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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

07/08/2012 06:11

Giroto é o que mais gastou até agora, segundo primeira prestação de contas

Fabiano Arruda
Edson Giroto informou à Justiça Eleitoral ter gasto R$ 1,66 milhão nos primeiros meses de campanha. (Foto: Divulgação)Edson Giroto informou à Justiça Eleitoral ter gasto R$ 1,66 milhão nos primeiros meses de campanha. (Foto: Divulgação)

O candidato do PMDB à Prefeitura de Campo Grande, Edson Giroto, foi o que mais gastou na campanha eleitoral até agora, segundo dados da primeira parcial da prestação de contas disponível no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O demonstrativo aponta um total de R$ 1,66 milhão em despesas. Os maiores gastos são de combustíveis (R$ 102 mil), serviços prestados por terceiros (R$ 248,5 mil) e doações financeiras a outros candidatos, comitês financeiros ou partidos (R$ 1,27 milhão).

Os custos da campanha do peemedebista foram um pouco menores que a arrecadação, que totalizou R$ 1,83 milhão. Entre as fontes estão pessoas físicas (R$ 22,5 mil), jurídicas (293 mil), recursos de outros candidatos ou comitês (R$ 1,52 milhão).

A segunda maior despesa entre os candidatos a prefeito da Capital é de Reinaldo Azambuja (PSDB): R$ 246,5 mil, o que representa quase sete vezes menos que o total pago pelo candidato do PMDB nos primeiros meses de disputa.

Os maiores investimentos do peesedebista até agora foram para cessão ou locação de veículos (R$ 45 mil), doações financeiras a outros candidatos, comitês financeiros ou partido (R$ 49,5 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 120 mil).

A arrecadação à candidatura do tucano soma R$ 323,9 mil, sendo R$ 244,9 mil oriundos de recursos de pessoas físicas, aponta o sistema do TSE.

Reinaldo Azambuja tem a segunda maior despesa entre os candidatos a prefeito de Campo Grande. (Foto: Divulgação)Reinaldo Azambuja tem a segunda maior despesa entre os candidatos a prefeito de Campo Grande. (Foto: Divulgação)

Alcides Bernal, do PP, informou à Justiça Eleitoral despesas de R$ 31,6 mil. Do valor, R$ 25 mil foram destinados à locação ou cessão de bens móveis. A quantia total arrecadada pelo progressista até agora é de R$ 90,3 mil. Segundo os dados, R$ 85,3 mil são de recursos próprios.

Ainda conforme a primeira parcial da prestação de contas dos candidatos a prefeito de Campo Grande, Marcelo Bluma, do PV, gastou pouco mais de R$ 5 mil, quantia que foi quase toda destinada para pagamento de publicidade por materiais impressos. Ele declarou ter R$ 16 mil de receita, oriundo de recursos próprios.

Já Vander Loubet, do PT, informou não ter um centavo de receita ou custo até agora. Segundo o demonstrativo do petista, as despesas contratadas somam R$ 12,4 mil, porém, ainda não foram pagas.

Os candidatos Sidney Melo (PSOL) e Suél Ferranti (PSTU) informaram ao TSE não terem receitas ou despesas.

Estimativa - No que depender da previsão de investimentos declarada no registro de candidatura pelos candidatos, os gastos ainda nem começaram.

Giroto informou à Justiça Eleitoral que deve gastar R$ 20 milhões na campanha, Azambuja R$ 12 milhões, Vander 9,8 milhões, Bernal R$ 7 milhões, Bluma R$ 1,2 milhão, Suél R$ 100 mil e Sidney Melo R$ 500 mil.



TODO ESSE GASTO E PARA NOSSO BEM! SEM INTERESE NENHUM! QUE BOM!
 
LUIZ CARLOS BANDEIRA DUARTE em 07/08/2012 09:33:28
Percebi, também, que pouco se fala nos outros candidatos visitando os bairros, colocando gente pra fazer campanha. Sendo assim, é bem fácil não gastar. Na política precisamos de gente assim, que tem iniciativa de ir a campo, seja ele da situação ou oposição. Só não pode é ser morno, daquele que não tem rejeição por parte do povo, pelo simples fato do povo nem ter conhecimento da sua existência.
 
Marcilene Dutra em 07/08/2012 09:33:13
Em compensação, é certamente o candidato que mais percorre a cidade, que está realmente comprometido com a candidatura.
 
Fabio Pellegrini em 07/08/2012 08:23:28
O povo tem que analisar bem esses gastos dos que não se preocupam com o eleitor. Gastar para resolver o problema ninguém quer. POde gastar o que quiser, mas a justiça de Deus ninguém compra.
 
luiz alves em 07/08/2012 07:34:07
Infelizmente no Brasil, dinheiro ganha eleição. Não só pelo caro preço das campanhas no rádio e na televisão, mas pelo evidente poder de persuasão que impõe sobre as pessoas. No nosso Estado, são milhares de pessoas que dependem da vitória desses candidatos para a manutenção do emprego e empresários para manterem seu contratos em licitações espúrias. Realidade triste e notada pelo cidadão comum.
 
Glauber Rodrigues Martelli em 07/08/2012 01:44:41
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