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Política

Maior satisfação do "Minha Casa, Minha Vida" é em MS; nota 9,8

Por Zemil Rocha | 26/11/2013 15:04
Marun também comemora pesquisa que revela déficit habitacional 22% menor em MS
Marun também comemora pesquisa que revela déficit habitacional 22% menor em MS

Pesquisa nacional contratada pelo Ministério das Cidades junto ao IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) revelou que Mato Grosso do Sul é o estado onde existe maior satisfação dos beneficiários do programa “Minha Casa, Minha Vida”. A nota foi 9,8. “Foi quase 10, que seria a perfeição”, comemorou o secretário estadual de Habitação, Carlos Marun.

Para ele, o expressivo resultado decorre de atuação integrada de quatro fatores. “Quando se valoriza as parcerias, se briga por bons projetos, se fiscaliza o andamento das obras e se destina casas para quem precisa, é isto que acontece”, afirmou o secretário.

Quanto às parcerias, Marun destaca especialmente a do governo federal, “que é o grande municiador de recursos”. Salienta, ainda, que para o Estado têm sido relevantes os entendimentos com os municípios.

Considera ainda que os projetos são “bem ancorados” e a execução cuidada de perto, com um sistema de fiscalização eficiente. “E em quarto lugar estamos dando casa para quem precisa. Não é gente que chega e reclama do trinco. Chega que precisa, que valoriza o imóvel”, apontou.

Déficit 22% menor - Outra pesquisa, divulgada ontem, aponta que de 2007 para cá o Estado conseguiu reduzir em 22% o déficit habitacional, conforme destacou o secretário Carlos Marun. “Mato Grosso do Sul é o único estado da região Centro-Oeste em que o déficit diminuiu”, enfatizou.

De acordo com Marun, em 2007, primeiro ano de atual governo, o déficit habitacional no Estado era de 80 mil unidades. “Vamos entregar com um déficit 50 mil. É uma grande redução, porque ao mesmo tempo que construímos casas há crescimento vegetativo da população e das necessidades”, apontou o secretário.

Em quase sete anos de governo de André Puccinelli, conforme o secretário, já são 60 mil moradias garantidas, o que inclui as entregues, em execução e contratadas. “Até o final do governo, no ano que vem, serão 70 mil moradias, o que dá uma por hora”, disse.

Os resultados das duas pesquisas, na avaliação de Marun, mostram que o Estado está no caminho certo. “As duas pesquisas nos trazem a certeza que estamos atendendo quem precisa em quantidade e qualidade”, finalizou.

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