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Campo Grande, Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017

07/06/2017 12:46

Medidas para conter gastos começam a valer, mas resultado só em julho

Decreto publicado no fim de maio prevê ações para estancar déficit nas contas

Mayara Bueno
Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD). (Foto: Marcos Ermínio).Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD). (Foto: Marcos Ermínio).

Medidas previstas para estancar déficit e conter gastos da Prefeitura de Campo Grande já estão sendo tomadas, mas, os resultados financeiros nos cofres municipais só serão percebidos no mês que vem, afirmou o chefe do Executivo Municipal, Marquinhos Trad (PSD), nesta quarta-feira (7).

O decreto com as medidas para restabelecer o equilíbrio financeiro foi publicado em 25 de maio de 2017, com efeitos contados a partir de 1º de junho. Desde então, exonerações de cargos em comissão, limitação no pagamento de vale-refeição, entre outras mudanças, estão sendo oficializadas no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande).

“Já exoneramos vários cargos de comissão, reduzimos o plano de trabalho dos secretários, estabelecemos a que estão do vale refeição”, listou o prefeito, ressaltando que o impacto no cofre municipal com as alterações só será percebido daqui 30 dias. As demais medidas, afirma, estão sendo implantadas.

Sobre o vale alimentação, o prefeito esclareceu que o benefício foi retirado apenas para quem ganha acima de R$ 4 mil, mantendo para os demais.

A medida de contenção foi criada para conter um rombo mensal nas contas da Prefeitura, que chegou a R$ 34 milhões e, somente no mês passado, ficou na casa dos R$ 28 milhões.

Entram na lista de contenções, que segundo Marquinhos já foi efetivada, a redução de 33% de adicional por dedicação exclusiva. O benefício fazia com que a remuneração mensal de alguns servidores chegasse a valores muitas vezes superiores aos salários em si. De acordo com o prefeito, só estes benefícios representavam R$ 600 mil por mês.

Também já foi publicado no Diário Oficial a alteração de remuneração de servidores que recebiam adicional por trabalharem em locais identificados como “de difícil acesso”.

Atualmente, a folha de pagamentos da Prefeitura gira na casa dos R$ 100 milhões. Campo Grande tem 22 mil servidores.

 




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