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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

25/04/2014 13:47

Olarte rebate críticas de atendimento lento na Central do Cidadão

Kleber Clajus e Luciana Brazil
Olarte não descarta a possibilidade de terceirizar serviço para pagamento de impostos e taxas municipais (Foto: Marcelo Victor)Olarte não descarta a possibilidade de terceirizar serviço para pagamento de impostos e taxas municipais (Foto: Marcelo Victor)

O prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP), rebateu nesta sexta-feira (25) críticas sobre lentidão no atendimento da Central do Cidadão. Ele atribuiu os problemas a obras de reforma e ampliação do espaço, além da necessidade dos servidores demonstrarem ser “servos do povo”. As declarações ocorreram durante agenda pública.

De acordo com o progressista, também está em análise na Semre (Secretaria Municipal de Receita) a possibilidade de convênio com bancos para instalar postos de atendimento, a fim de facilitar o recebimento de impostos e taxas municipais.

Olarte também pregou que os servidores são “servos do povo” que precisam mudar sua visão quanto à forma de interagir com o cidadão. A colocação vem após denúncias de que colaboradores navegam na internet, sem atender a demanda.

“Não se muda a visão de um grupo de servidores do dia para noite, mas é uma construção. Para isso, é preciso valorizar o servidor com ações não são apenas de dinheiro, mas benefícios”, ressaltou.

A possibilidade de terceirizar o recebimento das taxas municipais não é descartada. Contudo, a volta da empresa RDM - Recuperação de Créditos é avaliada com cautela pelo prefeito. A empresa suspendeu os serviços em junho do ano passado, após levar calote de R$ 4,7 milhões e ter contrato questionado judicialmente.

“Não está descartada [terceirização] para o bem de Campo Grande. É legal, é moral, vamos fazer. Com relação à RDM, estamos discutindo para encontrar um equilíbrio nem muito ao mar, nem muito a terra”, pontuou.



O atendimento é rápido, mas o estacionamento é terrível. Por que não remover aquele espelho d`água inútil ( criadouro de mosquitos da dengue) e não transformá-lo em estacionamento em gaveta, com uma saída para cada linha de veículos ?
Quem fez o projeto arquitetônico, achou que Campo Grande pararia no tempo.
Fica a sugestão óbvia !
 
henrique luiz mayer nunes em 25/04/2014 15:56:27
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