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Política

Operação da PF contra lavagem e corrupção mira conselheiros do TCE

Investigação começou na Lama Asfáltica, mas essa etapa precisou de aval do STJ

Por Aline dos Santos e Bruna Marques | 08/06/2021 07:45
Pilhas de dinheiro apreendidas pela PF durante operação. (Foto: Divulgação/PF)
Pilhas de dinheiro apreendidas pela PF durante operação. (Foto: Divulgação/PF)

A operação Mineração de Ouro, deflagrada hoje pela PF (Polícia Federal), investiga conselheiros do TCE/MS (Tribunal de Contas do Estado) por suspeita de crimes de peculato, corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

As investigações começaram na operação Lama Asfáltica, mas essa etapa só ganhou as ruas após autorização do STJ (Superior Tribunal de Justiça), pois membros do Tribunal de Contas tem prerrogativa de foro. Além do TCE, há equipes da PF na Rua Uberlândia, no Bairro Itanhangá, e perto do Shopping Campo Grande.

Equipe da força-tarefa em frente ao Tribunal de Contas, em Campo Grande. (Foto: Divulgação/PF)
Equipe da força-tarefa em frente ao Tribunal de Contas, em Campo Grande. (Foto: Divulgação/PF)

Ao todo, são cumpridos 20 mandados de busca e apreensão em Campo Grande, Sidrolândia e Brasília. As ordens judiciais foram expedidas pelo STJ.  Com 102 policiais, a ação é em parceria com a CGU (Controladoria-Geral da União) e da Receita Federal.

O nome da operação decorre de indícios de que a aquisição de direitos relacionados a mineração tenha sido utilizada para lavagem de dinheiro. A assessoria de imprensa do TCE informou que não teve acesso ao teor da investigação.



Equipe da Polícia Federal no Bairro Itanhangá. (Foto: Henrique Kawaminami)
Equipe da Polícia Federal no Bairro Itanhangá. (Foto: Henrique Kawaminami)


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