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Campo Grande, Domingo, 22 de Abril de 2018

18/06/2010 15:06

Para aproveitar viagem, Trad busca liberação de recursos

Redação

Durante sua visita ao Rio de Janeiro, hoje, o prefeito Nelson Trad Filho (PMDB) também esteve na sede do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para tratar da liberação de verbas para mobilidade urbana.

Trad está na cidade para participar do lançamento do projeto Vida no Transito e do balanço de dois anos da Lei Seca, no Palácio das Laranjeiras, sede do governo do RJ.

O BNDES espera aprovação do CMN (Conselho Monetário Nacional) para liberar R$ 40 milhões e 800 mil de empréstimo que completaram a verba de R$ 99 milhões destinada aos projetos de mobilidade urbana na Capital.

Outros R$ 58 milhões são do projeto Pró-Transporte, do Ministério das Cidades. As únicas cidades escolhidas para participarem deste projeto foram Campo Grande e o Rio de Janeiro.

De acordo com o secretário de governo, Rodrigo Aquino, Trad também aproveita o evento do Projeto Vida no Trânsito para conversar com o governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ) e unir forças para a liberação da verba do Pró-Transporte.

Os dois tem grande trânsito em Brasília e durante a gestão de Dilma Rousseff na Casa Civil sempre tiveram diálogos com a ex-ministra.

Vida no Transito - A iniciativa visa à realização de ações que previnam a ocorrência de lesões e mortes no trânsito até 2015. O projeto funcionará como piloto e beneficiará cinco cidades selecionadas pelo governo federal.

Além de Campo Grande, foram escolhidas: Belo Horizonte (Minas Gerais), Teresina (Piauí), Curitiba (Paraná) e Palmas (Tocantins).

A seleção destes locais teve como base a incidência de lesões e mortes no tráfego urbano, consumo de álcool antes de dirigir, falta de faixas de pedestres, existência de programas de prevenção de acidentes de trânsito, entre outros fatores.

Trad disse à asessoria de imprensa do governo do Rio de Janeiro que Campo Grande é uma das cidades líderes no ranking de acidentes no trânsito, mas os números diminuíram. "Em dois anos, conseguimos diminuir estes índices, mas não podemos relaxar. Este será o caminho para que mortes sejam sanadas", explicou.

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