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Campo Grande, Segunda-feira, 22 de Outubro de 2018

05/10/2018 12:16

PF e Ministério Público definem esquema de fiscalização para eleição

Orgãos definem as tarefas que vão cumprir no próximo domingo (7), quando ocorre as eleições

Leonardo Rocha
Sede da PF em Campo Grande, onde serão encaminhados as pessoas detidas na eleição (Foto: Arquivo)Sede da PF em Campo Grande, onde serão encaminhados as pessoas detidas na eleição (Foto: Arquivo)

A Polícia Federal e Ministério Público Eleitoral definiram o esquema para fiscalizar e averiguar as denúncias sobre crimes eleitorais, no próximo domingo (7), com ações nas zonas e seções eleitorais, monitoramento nos locais de votação, assim como diligências para eventuais apurações e prisões, se for necessário.

O Ministério Público Eleitoral vai trabalhar em esquema de plantão, recebendo denúncias por telefone (3312-7200), com os promotores percorrendo as zonas eleitorais pelas cidades do Estado para verificar “in loco” como estão as votações e se existem eventuais irregularidades. Os procuradores investigando os casos que chegarem.

Já a Polícia Federal informou que não terá acesso direto ao eleitor, as ocorrências vão ser feitas depois que o Ministério Público ou Justiça Eleitoral requisitar estas diligências. Os agentes também podem atuar diretamente para reprimir algum crime em flagrante de delito.Os presos seguem para sede da PF, em Campo Grande, Dourados, Naviraí, Ponta Porã, Três Lagoas e Corumbá, nas demais cidades serão encaminhados a delegacias da Polícia Civil.

Os juízes eleitorais também ficarão de plantão, para eventuais decisões de última hora sobre candidatos, partidos e pessoas que cometerem irregularidades. A Polícia Militar também estará recebendo denúncias (190), para checar eventuais crimes, estando entre os mais frequentes a “boca de urna” e compra de votos.

Aparato – O secretário estadual de Segurança, Antônio Carlos Videira, anunciou nesta manhã (05), que 5,3 mil policiais militares, civis, federais, bombeiros, agentes penitenciários e peritos foram escalados para trabalhar em regime especial, para garantir a segurança do 1º turno das eleições, em Mato Grosso do Sul.



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