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Política

Presidente eleito da Seleta está no Gaeco para prestar depoimento

Romário Seffrin não quis antecipar detalhes, afirmando que se pronunciará no fim da audiência

Por Mayara Bueno e Yarima Mecchi | 15/12/2016 09:50
Presidente eleito da Seleta, Romário Seffrin, à direita, de vermelho, entrando no Gaeco. (Foto: Yarima Mecchi)
Presidente eleito da Seleta, Romário Seffrin, à direita, de vermelho, entrando no Gaeco. (Foto: Yarima Mecchi)

O presidente eleito da Seleta Sociedade Caritativa e Humanitária, Romário Seffrin, está no Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), onde prestará depoimento, nesta quinta-feira (15). Os detalhes da ida não foram revelados.

Sem falar com a imprensa, Romário chegou por volta das 9h20, acompanhado de seu advogado José Roberto da Rosa, que afirmou dar detalhes após o depoimento. O novo presidente já dirigiu a instituição e agora foi eleito para mais um mandato.

Atualmente, Gilbraz Marques é quem preside a Seleta. Ele também foi alvo de condução coercitiva, quando a pessoa é forçada a depor, na terça-feira (13).

Deflagrada no início do ano, a Operação Urutau investiga crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro, peculato e improbidade administrativa, por parte dos presidentes da Seleta e Omep (Organização Mundial pela Educação Pré-Escolar), cuja presidente, Maria Aparecida Salmaze, está presa.

Segundo o MPE-MS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul), instituição a qual o Gaeco é subordinado, há indícios de esquema de contratações fraudulentas, com funcionários fantasmas, em convênios mantidos com a Prefeitura de Campo Grande.

Quem também estava no Gaeco era o advogado da vereadora Magali Picarelli (PSDB), que, no dia da operação, foi levada para depor. Carlos Marques, que também defende as servidoras cedidas no gabinete da parlamentar, voltou a dizer que a situação é normal, não havendo qualquer irregularidade. 

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