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Política

Reforma da Previdência trará equilíbrio às contas públicas, defende Longen

Proposta unifica da alíquota de contribuição em 14% para todos os servidores trará equidade no tratamento do funcionalismo

Por Gabriel Neris | 21/05/2020 14:47
Presidente da Fiems, Sérgio Longen, defende que projeto equilibrará contas públicas do Estado (Foto: Divulgação)
Presidente da Fiems, Sérgio Longen, defende que projeto equilibrará contas públicas do Estado (Foto: Divulgação)

O presidente da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), Sérgio Longen, avalia que o projeto de reforma da Previdência do Estado, aprovado em segunda votação na Assembleia Legislativa nesta quinta-feira (21), trará equilíbrio nas contas públicas.

O dirigente também defendeu que a medida vai por um fim à diferença de tratamento entre servidores.

“Atualmente há um deficit de R$ 1 bilhão na Previdência estadual e, ano após ano, o Estado, ou seja, nós contribuintes, precisa desembolsar recursos para suprir esse rombo. Dinheiro que poderia ser aplicado na construção de escolas e de hospitais e em infraestrutura”, disse Longen à rádio Capital FM.

O presidente da Fiems reforçou que a proposta prevê unificação da alíquota de contribuição em 14% para todos os servidores trará equidade no tratamento do funcionalismo.

“Nós, empresários, entendemos que todos os brasileiros devem ter o mesmo tratamento e isso vale também para os 82 mil servidores públicos estaduais de Mato Grosso do Sul. O deficit é crescente porque uns pagam muito, outros não”, defendeu.

O projeto de lei complementar que altera a Previdência estadual foi aprovado em segunda discussão na sessão de hoje. Em seguida, foi realizada sessão extraordinária, para a aprovação do texto final, que também ocorreu.

Cinco emendas foram apresentadas. Uma delas prevê que os descontos com a nova alíquota unificada sejam feitos somente a partir de janeiro de 2021, um alívio para os servidores no momento de pandemia do coronavírus.