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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

05/10/2014 20:40

Reinaldo critica "dinheiro sujo" e diz que “momento é de fazer alianças"

Lidiane Kober e Eduardo Penedo
Reinaldo foi recepcionado com fogos de artifício e por cerca de 300 pessoas (Fotos: Marcos Ermínio)Reinaldo foi recepcionado com fogos de artifício e por cerca de 300 pessoas (Fotos: Marcos Ermínio)

Garantido no 2º turno da corrida pelo comando do Governo do Estado, o deputado federal Reinaldo Azambuja (PSDB) disse que o “momento é de fazer alianças” e reclamou do “dinheiro sujo e das críticas” na primeira etapa da eleição.

“O primeiro turno foi marcado por muitas críticas, teve muito dinheiro sujo, faltou ética, mas agora, neste segundo turno, as coisas mudaram, vamos buscar pessoas e homens de bem para ajudar a nossa campanha”, declarou Azambuja, logo depois de chegar no comitê político para comemorar a ida ao 2º turno.

Recepcionado com fogos de artifício e com os gritos de cerca de 300 pessoas o aclamando “governador”, o tucano afirmou estar “muito feliz”. “As pesquisas mostravam que não daria segundo turno, mas a pesquisa que eu acredito é a do dia 5 de outubro”, comentou, em tom de desabafo.

Sobre o futuro, Azambuja disse que “agora é o momento de fazer alianças”. “Estou aberto para falar com todo mundo, vamos buscar homens e mulheres de bem para ganhar a eleição”, reforçou, sem dar detalhes de como fará para ampliar seu leque de aliança.

"A partir de amanhã (6), vamos intensificar nossa campanha, faremos mais caminhadas, mais carreatas, conversaremos com os outros partidos e andaremos mais pelo interior. Vamos nos dividir para conquistar", emendou.

Questionado sobre a reviravolta na corrida presidencial, que garantiu seu colega, Aécio Neves (PSDB), no 2º turno da corrida eleitoral, o candidato credenciou a surpresa ao fato de o correligionário “também estar pregando a mudança”. “No Estado, já é normal o PSDB se sair bem em âmbito nacional”, concluiu.

Azambuja disputa com o senador Delcídio do Amaral (PT) a sucessão do governador André Puccinelli (PMDB). Ambos miram, principalmente, no apoio de Nelsinho Trad (PMDB), que terminou a eleição com 16,42% dos votos válidos.



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