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Campo Grande, Quarta-feira, 18 de Julho de 2018

20/10/2017 10:50

Se não houver mudança, vai faltar dinheiro para previdência, diz Marquinhos

Prefeito afirma que vai consultar servidores sobre o tema, para buscar alternativas de ampliação de receita

Leonardo Rocha e Mayara Bueno
Prefeito Marquinhos Trad, durante agenda pública, nesta manhã (Foto: Marina Pacheco)Prefeito Marquinhos Trad, durante agenda pública, nesta manhã (Foto: Marina Pacheco)

O prefeito Marquinhos Trad (PSD) alertou que pode faltar recursos para previdência no futuro, nos cofres municipais e que o assunto precisa ser debatido com os servidores e sociedade civil. Ele ponderou que eventuais mudanças nas regras, só irão ocorrer, após ouvir os lados envolvidos.

"Os técnicos do IMPCG (Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande) já nos alertaram sobre os gastos com a previdência e que se não fizermos as devidas mudanças, vai chegar o momento que não terá dinheiro suficiente para pagar (aposentadoria)", disse ele, durante agenda pública na Semed (Secretaria Municipal de Educação).

Marquinhos revelou que o gasto mensal está em R$ 11 milhões, com previsão de aumento para R$ 19 milhões em três anos, chegando a R$ 27 milhões (mensais) em 2023. "Só na minha gestão devem se aposentar 2,6 mil servidores, temos que nos preocupar e debater o assunto para não ocorrer aqui, o que aconteceu ao Rio de Janeiro".

O prefeito ressaltou que o debate será com os servidores e sociedade civil e que o projeto pode ser enviado daqui 10 meses, dois anos ou até não sair do papel. "Quem vai decidir sobre o assunto é a sociedade e os servidores, porém eles precisam saber dos problemas e como vai ficar o quadro a longo prazo, não gostaria que fossem atingidos, sem que tenham o devido conhecimento".

Nesta tarde (20), a partir das 14h, a Câmara Municipal vai realizar uma audiência pública para discutir a previdência municipal. O evento foi proposto pela Mesa Diretora do legislativo e vai ocorrer no plenário da Casa de Leis.



Essa conversa fiada já está cansando.
O prefeito chora dizendo que não tem recurso para a previdência, só que contrata milhares de servidores e, ao invés de injetar verba na previdência municipal acaba por enviar um volume grande de dinheiro para o INSS.
Se o prefeito convocar os centenas de professores que foram aprovados nos concursos em andamento, como por exemplo o de professores, deixaria de investir na previdência Geral e acabaria com o problema da previdência municipal.

E não adianta vir com a conversinha do limite prudencial, visto que, o concursado iria ocupar a vaga deixada pela rescisão de um contratado, trocando seis por meia dúzia, com a diferença de que a previdência estaria salva.
 
luis carlos em 20/10/2017 12:42:01
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