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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

02/02/2011 09:56

Temas polêmicos e sobre sexualidade vão repercutir nas sessões da Câmara em 2011

Ana Maria Assis e Paulo Fernandes
Presidente da Câmara, Paulo Siufi (PMDB)afirma que polêmicas continuam em 2011. (Foto: João Garrigó)Presidente da Câmara, Paulo Siufi (PMDB)afirma que polêmicas continuam em 2011. (Foto: João Garrigó)

O presidente da Câmara dos Vereadores, Paulo Siufi (PMDB), deixou claro que os projetos e discussões polêmicas que marcaram 2010 vão continuar repercutindo em 2011. Conforme Siufi, temas como cobranças de IPTU e transporte coletivo, além de tabus ligados à sexualidade já estão em pauta para as sessões que forem realizadas ao longo deste ano. “A Câmara não vai fugir de nenhum tema”, frisou o vereador, prometendo ainda, tranqüilidade e transparência na Casa. “Aqui reina a democracia”, disse ele.

Siufi citou projetos de lei como a proibição da vendas de bebidas alcoólicas nos postos de combustíveis (de autoria dele e de Lídio Lopes, do PP), como um dos mais polêmicos e que deverá ser votado ainda no primeiro semestre de 2011. “A população não agüenta mais esse problema da venda de bebida nos postos”, comentou o presidente da Casa de Leis.

Outro projeto polêmico que Siufi afirma que será debatido nas próximas sessões é o que proíbe a máquina de distribuição de camisinhas nas escolas, além da proibição do “kit anti-homofobia”, que integra projeto do Ministério da Educação. Estas propostas ligadas a exposição da criança à sexualidade foram levantadas no final do ano passado, e chegaram a ser assunto de audiência publica.

“Tivemos uma enquete no site da Câmara e a resposta foi contrária ao kit-homofobia. Além disso, dei uma entrevista em uma rádio, quando um homossexual ligou e disse que era contra o kit”, garante Siufi. “Tem que tomar cuidado, não tem nada contra os homossexuais e travestis, mas é um assunto delicado”, afirma.

Em relação ao protesto desta manhã de agentes de saúde na abertura dos trabalhos do Legislativo municipal, Siufi afirma que a Câmara também não deverá ficar omissa ao assunto. Para o presidente, os agentes de saúde têm razão em discutir o aumento salarial, no entanto, na opinião do vereador não é momento apropriado para paralisação, devido a alta incidência de dengue.

Para Siufi, os vereadores poderão colaborar com a discussão fazendo o intermédio entre prefeitura e agentes, a fim de encontrar um meio termo. Ele também comentou que desaprova que os agentes de saúde estejam descumprindo uma decisão judicial, a liminar que suspendeu a greve e que não teve efeito nenhum, pois não foi respeitada pelos grevistas.



Os vereadores andam deveram preocupados com a sexualidade alheia, enquanto as estradas do nosso estado estão absolutamente liquidadas, sem condições de segurança e sem sinalização, enquanto a cidade desaba a cada enchente, enquanto os postos de saúde têm poucos profissionais para muitos doentes. Gostaria que os (infindos) impostos que eu pago fossem melhor investidos nessas áreas, e não em discussões feudais sobre moral e sexualidade.
 
Gisele Sena Bertolazo em 02/02/2011 11:29:25
Não há nada de feudal em tratar sobre assuntos de moral e sexualidade, porque a sociedade esta perdendo a moral realmente, e se os pais não educam as crianças e os jovens em casa, o poder público tem sim que começar a intervir nesses assuntos. Porquqe se não vão voltar sim a ser como antigamentes em uma época onde os impulsos comandavam as pessoas e o resultado a gente já conhece que foram os vários erros cometidos no passado. Claro que os outros setores também são importantes. Mas concordo que trabalhar a moral da sociedade é primordial, ainda mais em uma sociedade como a nossa onde o sexo ficou banalizado.
 
Douglas Marçal em 02/02/2011 01:04:55
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