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Saúde e Bem-Estar

Boletim sobre câncer de mama vai orientar ações de saúde em MS

Doença atingiu 814 mulheres no Estado em 2024, a maior incidência do Centro-Oeste

Por Silvia Frias | 27/01/2026 06:38
Boletim sobre câncer de mama vai orientar ações de saúde em MS
Boletim servirá de apoio às equipes da Atenção Primária à Saúde e aos serviços especializados (Foto/Divulgação)

A SES (Secretaria Estadual de Saúde) lançou o boletim epidemiológico do câncer de mama, documento que deve reunir dados estratégicos para orientar ações de enfrentamento da doença em Mato Grosso do Sul. A doença atingiu 814 mulheres em 2024, a maior incidência do Centro-Oeste, conforme último levantamento divulgado.

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A Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso do Sul lançou boletim epidemiológico sobre o câncer de mama, que registrou 814 casos em 2024, maior incidência do Centro-Oeste. O documento, elaborado pela Gerência de Atenção Oncológica e Cuidados Paliativos, visa orientar ações de enfrentamento da doença.O boletim servirá como ferramenta de gestão para direcionar recursos, organizar fluxos assistenciais e qualificar o acesso ao diagnóstico precoce. Também auxiliará equipes da Atenção Primária no planejamento de estratégias de prevenção e acompanhamento das pacientes.

O boletim foi produzido pela Gerência de Atenção Oncológica e Cuidados Paliativos, vinculada à Coordenadoria das Doenças Crônicas. O objetivo, segundo governo estadual, é que o boletim auxilie a compreender o comportamento da doença nos últimos anos, identificar tendências e desigualdades regionais. A ideia é que a elaboração e a divulgação do boletim epidemiológico representam uma ferramenta fundamental para apoiar a gestão e a organização da rede de atenção à saúde.

Para os gestores de saúde, o boletim epidemiológico deve ser instrumento de apoio ao planejamento. A partir dele, será possível direcionar ações de forma mais eficiente, priorizar territórios com maior necessidade, organizar fluxos assistenciais, qualificar o acesso ao rastreamento e ao diagnóstico precoce, além de orientar a alocação de recursos e o fortalecimento da rede oncológica.

O material também servirá de apoio às equipes da Atenção Primária à Saúde e aos serviços especializados. As informações possibilitam o planejamento de estratégias de promoção da saúde, prevenção dos fatores de risco, busca ativa da população-alvo para o rastreamento e acompanhamento adequado das mulheres com exames alterados, contribuindo para a redução de diagnósticos tardios.

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