Edital prevê R$ 53 mil em equipamentos para Farmácia Viva
Aquisição integra nova fase do projeto que pretende produzir medicamentos à base de plantas

A Fapec (Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura), lançou edital para a compra de equipamentos de estruturação da Farmácia Viva de Mato Grosso do Sul, no valor de R$ 53.366,98. A licitação, na modalidade pregão eletrônico, está marcada para o dia 22 de abril.
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Entre os equipamentos laboratoriais e materiais permanentes voltados à produção de drogas vegetais, estão estufa de esterilização e secagem, estereomicroscópio, balança de precisão e banho ultratermostático, além de outros equipamentos laboratoriais como centrífuga, capela de exaustão, pHmetro e termohigrômetro.
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O edital estabelece que os equipamentos deverão ser entregues em até 60 dias após a autorização de fornecimento, na Cidade Universitária da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), onde funciona a estrutura da Farmácia Viva. A vigência do contrato é de 90 dias.
Conforme o documento, os recursos são oriundos do Convênio nº 04/2025 e integram a etapa de estruturação do laboratório responsável pela produção de drogas vegetais, dentro do projeto coordenado pela UFMS.
Apesar do projeto ainda não produzir medicamentos fitoterápicos, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) informou que a iniciativa está na fase de produção de plantas medicinais, com o cultivo do solo e a produção vegetal ocorrendo conforme a quantidade prevista no planejamento estabelecido.
A pasta esclareceu ainda que não há fabricação de medicamentos neste momento, porque o projeto está concentrado na etapa de cultivo, manejo, processamento inicial e secagem das plantas medicinais, "bem como no andamento dos procedimentos necessários para a obtenção do alvará sanitário e para a aquisição dos equipamentos.”
Segundo a SES, os equipamentos já entregues e os que estão em processo de compra fazem parte das diferentes fases do projeto, contemplando desde o cultivo e o processamento das plantas até a futura etapa de produção das formas farmacêuticas e do controle de qualidade.
A reportagem procurou a UFMS para comentar o andamento do projeto e a execução das etapas previstas, mas até a publicação da matéria não houve retorno. O espaço segue aberto para manifestação.
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