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Campo Grande, Segunda-feira, 25 de Junho de 2018

02/07/2017 17:31

De grão em grão, o agricultor enche o bolso

Por Cristiano Jannuzzi (*)

A soja e o milho são responsáveis por 90% da produção total de grãos no país. São culturas que requerem um investimento considerado alto por parte do produtor. Ele é dividido em equipamentos, tratamento de sementes, adubação e defensivos agrícolas. Para que esse investimento seja aplicado da melhor maneira possível, é preciso se atentar a vários pontos.

Em seu último levantamento sobre grãos, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou a colheita de 232,02 milhões de toneladas de grãos para a safra 2016/17. Este valor corresponde a um aumento de 24,3% em relação à safra passada, ou seja, um total de 45,41 milhões de toneladas a mais. Essa boa notícia se deu por conta das boas condições climáticas aliadas ao aumento da área de plantio. Mas não podemos contar com a sorte sempre.

É necessário um cuidado a mais no que diz respeito ao bioma e a meteorologia, sim. O manejo vai muito além de controlar infestações sejam de insetos, fungos, ou até mesmo de plantas daninhas. Precisamos nos alertar, principalmente, para as necessidades vitais da lavoura, seja ela de nutrientes ou água, por exemplo.

A planta é como um humano: tem que comer e beber na hora certa. Quando se trata de grãos, é durante o período do desenvolvimento dos mesmos que a atenção tem que ser redobrada. A aplicação de água e de nutrientes tem que ser feita de forma parcelada para uma melhor absorção. Quando executada de forma errada, coloca em risco toda a lavoura. Carências ou excessos que podem comprometer não somente os resultados na colheita, mas como o ambiente em que se encontra.

Para dar suporte ao produtor em safras mais produtivas, a Netafim oferece ao agricultor a nutrirrigação, onde é aplicado os nutrientes via sistema de irrigação de maneira parcelada e eficiente. Por meio de tubos gotejadores que levam água, nutrientes e fertilizantes na raiz da planta, o sistema auxilia no desenvolvimento pleno de cada um dos grãos. Quando aplicada na área de absorção, o aproveitamento chega a 95% e o produtor não comete eventuais desperdícios, podendo economizar em até 25% em nitrogênio e potássio, além de evitar perdas por lixiviação.

A irrigação inteligente em grãos, além de economizar em recursos como água e fertilizantes, também ajuda o produtor a economizar em energia elétrica. Uma vez que o sistema é aplicado, a economia de energia chega a 40% quando comparado aos demais sistemas de irrigação.

A nutrirrigação e a quimigação (aplicação de defensivos agrícolas) diminuem a entrada de maquinários pesados na área, pois é possível aplicar insumos via sistema de irrigação por gotejamento. Por estar ligado a uma central de distribuição e monitoramento, o agricultor tem acesso a toda a área de forma automatizada.

Há quem diga que essa tecnologia de irrigação subterrânea é muito cara, mas não leva em consideração o custo-benefício. Uma vez que esse investimento é feito no cultivo de grãos, o payback acontece entre quatro e seis safras e o projeto dura mais de 15 anos. Ou seja, em média, garante 12 anos de economias e produtividade acima da média. Tudo isso acompanhado com toda a competência dos técnicos da Netafim que, lado a lado com o produtor, oferece toda a manutenção necessária.

Investir em tecnologias, poupar no manejo e dobrar a produtividade. Esse é o desafio da Netafim: fazer mais com menos. A cada centavo que o produtor economiza e a cada grão de qualidade que ele produz é a certeza do lucro ao final da safra.

(*) Cristiano Jannuzzi é gerente Agronômico da Netafim

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