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Campo Grande, Quarta-feira, 20 de Junho de 2018

28/12/2016 14:40

Para 2017

Por Walter Roque Gonçalves (*)

Nesta virada de ano, onde se renovam esperanças e planejamentos, reforço orientações essenciais para evitar erros que ainda afetam a grande maioria das empresas, refiro-me ao ciclo de planejamento, execução, controle e ação ou PDCA (Plan, Do, Check e Action), como melhor conhecido.

Para muitos, o assunto pode parecer básico! Porém, na prática o que se vê são pessoas repletas de ideias fantásticas para seus negócios e, apesar disso, não conseguem colocar em prática o que pensaram. O que se vê são empresários perdendo o bom senso representado pelo ciclo PDCA.

Obviamente os fatores externos não podem ser ignorados, quanto mais os econômicos e políticos que tem deixado investidores e a população em geral, apreensivos! No entanto, os fatores internos à empresa e a microeconomia onde está inserida, são tão importantes quanto. Por isso, uma boa análise neste contexto pode ser o suficiente para identificar oportunidades e ameaças aos negócios.

Por isso, de uma forma sucinta, seguem pontos chaves desta metodologia.

No âmbito do planejamento, como diz o professor Vicente Falconi, em entrevista para o site exame.com, é preciso avaliar criteriosamente a empresa e definir metas, uma vez que, “se não há metas, não há gestão”.

O professor ressalta ainda que diante de problemas, alguns empresários tendem a saltar direto para solução. Isto pode ser útil com questões venais e problemas operacionais, contudo, em nível estratégico a fase de análise de causas e efeitos não podem ser ignoradas.

Nas outras fases (execução, checagem e ação), encontram-se, por exemplo, planejamentos detalhados que ao serem colocados em prática, falham! Principalmente pelo fato dos empresários simplesmente não executarem, checarem e colocarem em ação os passos previstos por eles mesmos.

Estudar a economia, as tendências que esta oferece, a influência direta nos negócios e ser franco com você mesmo é um excelente caminho. Afinal, como está sua empresa? A crise gerou ou gerará oportunidades? Ou os negócios precisam de ações de manutenção ou sobrevivência?

As respostas precisam vir de análises cuidadosas! Este é ponto que muitos empresários deixam escapar, por entre os dedos, a oportunidade de manter a empresa em funcionamento, crescer e fechar as portas para evitar maiores prejuízos, se este for o caso.

Então, para 2017, fica aqui a dica para atentar-se a questões básicas de planejamento dos negócios, para que no ano vindouro traga, ainda mais, sucesso e prosperidade aos seus negócios.

(*) Walter Roque Gonçalves é consultor de empresas, professor executivo/colunista da FGV/ABS (FGV/América Business School) de Presidente Prudente (SP)

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