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Campo Grande, Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017

11/09/2014 08:50

Perdoar para não adoecer!

Por Wilson Aquino (*)

Alguém já disse que vingança é como alguém que toma veneno esperando que o outro morra. Creio que o mesmo princípio vale para aqueles que guardam mágoa, raiva, rancor e ódio. Deus na sua infinita sabedoria sempre nos ensina que devemos perdoar até nossos inimigos, pois Ele sabe que aqueles que agem dessa forma, quebrando o próprio orgulho, arrogância e ignorância, se esforçando para perdoar, são os maiores beneficiados mental e fisicamente.

E numa sociedade agitadíssima como a nossa, em que corremos muito diariamente, nos relacionando com dezenas de pessoas que, assim como nós, têm seus próprios interesses, os atritos e conflitos são inevitáveis até mesmo dentro da própria família e nos ambientes de trabalho.

E são desses relacionamentos familiares, profissionais, sociais, etc, é que nascem os atritos e conflitos que, dependendo do grau atingido, despertam no indivíduo iras, ódio, mágoas, lamentações, inconformismo, indignação e violência nos mais variados graus. Se não forem bem trabalhados e absorvidos, começam a agir negativamente no próprio indivíduo, ocupando espaços cada vez maiores no coração, corpo e mente.

O indivíduo não sabe que tudo isso que guarda e dá vida constante dentro de si são como um alambique, que destila um veneno que acumula dentro do próprio corpo a cada pensamento e desejos maléficos contra seu próximo.
O soldo dessa produção pecaminosa não poderia ser outro senão o pior para o próprio indivíduo que insiste em não esquecer, não perdoar: a desestabilidade das funções do corpo. Ou seja, o corpo adoece, debilitando o indivíduo, provocando consequências graves e levando-o, na maioria das vezes, até à morte.

Estudos comprovam isso. Comprovam que a maioria das doenças do homem é de origem “emocional”, provocadas por sentimentos que nutrimos em excesso como a ansiedade, a raiva, o rancor, a tristeza, a revolta, a mágoa...

Então, mais do que nunca, as pessoas deveriam ser melhores informadas sobre isso, inclusive por intermédio de campanhas públicas, já que o governo, que gasta bilhões de reais com a saúde do homem, deveria ser a parte mais interessada nesse trabalho, para que as pessoas tenham consciência de que não devem guardar sentimentos negativos (por muito tempo) e remoer isso por anos a fio, dentro de si, para não ficar doente.

Não quero afirmar com isso que todas as doenças são de origem emocional. As causas são diversas. O emocional, não tenho dúvida, é uma delas.

E reforço: campanhas públicas sim, principalmente com base no que a prática e a Bíblia nos ensinam de que devemos amar o nosso próximo e perdoar aqueles que nos ofendem, para que possamos viver melhor, sermos mais felizes e de bem com a vida.

É colocar em prática o que nos é ensinado desde sempre. Não tenho dúvida de que o governo também deveria dobrar seu orgulho e preconceito e trabalhar para que as pessoas aliviem seus corpos de sentimentos negativos para que tenhamos uma sociedade melhor e mais sadia.

Quem ainda não experimentou a incrível sensação de grandeza, leveza, alegria e bem estar quando conseguimos dizer, de verdade, a alguém: “... sim eu te perdoo”, deveria trabalhar para conseguir isso. E como sei disso, não posso calar e omitir essa informação daqueles que vivem cegos dessa sabedoria que é embasada no segundo maior mandamento da Lei de Deus: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mc. 12:31).

E no livro Doutrina e Convênios (seção 58:59) um mandamento do Senhor justifica toda essa minha preocupação com meu próximo: “ E que nenhum homem regresse desta terra sem testificar pelo caminho aquilo que sabe e em que seguramente acredita”.

(*) Wilson Aquino, jornalista, professor e cristão SUD

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