Campo Grande terá voo diário direto para Minas Gerais a partir de abril
Nova rota da Azul liga a Capital ao estado mineiro e amplia conexões com outros destinos do país
A partir de 1º de abril, Campo Grande voltará a ter voo direto para Minas Gerais. A rota entre a capital sul-mato-grossense e o estado mineiro será operada diariamente pela Azul Linhas Aéreas, ligando o Aeroporto Internacional de Campo Grande ao Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, principal hub da companhia fora do eixo Rio–São Paulo.
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Campo Grande terá voo direto diário para Minas Gerais a partir de 1º de abril, operado pela Azul Linhas Aéreas. A rota conectará o Aeroporto Internacional de Campo Grande ao Aeroporto de Confins, utilizando aeronaves Embraer 195-E2 e Airbus A320. A ligação é considerada estratégica para Mato Grosso do Sul por facilitar conexões nacionais e internacionais. A rota atende uma demanda reprimida do turismo estadual, beneficiando especialmente visitantes que buscam destinos como Pantanal e Bonito.
As passagens começaram a ser vendidas nesta sexta-feira (23). A operação será feita com aeronaves Embraer 195-E2, com capacidade para até 136 passageiros, e Airbus A320, que comporta até 174 pessoas.
De Minas Gerais, o voo parte às 8h15 e chega a Campo Grande às 9h25. No sentido inverso, a decolagem ocorre às 10h05, com pouso previsto às 13h15. A frequência diária amplia as opções de deslocamento tanto para quem sai de Mato Grosso do Sul quanto para passageiros que chegam ao Estado.
A ligação direta é considerada estratégica para MS por facilitar o acesso a conexões nacionais e internacionais a partir de Confins, aeroporto que concentra voos para diversas capitais brasileiras e destinos no exterior.
Segundo a Azul, a nova operação reforça a conectividade entre as regiões. “O lançamento do voo direto entre Confins e Campo Grande contribui para o desenvolvimento regional e amplia o acesso de Mato Grosso do Sul a um dos nossos principais hubs, aumentando as possibilidades de conexão no Brasil e fora dele”, afirmou a gerente sênior de Planejamento de Malha da companhia, Beatriz Barbi.
Do lado do turismo estadual, a avaliação é de que a retomada da rota atende a uma demanda reprimida. “Esse voo existia durante a pandemia e foi perdido. O retorno é resultado de um trabalho de anos e atende a um público mineiro que busca cada vez mais os destinos de Mato Grosso do Sul”, disse o diretor-presidente da Fundação de Turismo de MS, Bruno Wendling.
Além de facilitar o deslocamento entre os dois estados, a rota deve beneficiar passageiros que utilizam Campo Grande como porta de entrada para o Pantanal, Bonito e outras regiões turísticas do Estado.
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