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Campo Grande, Sábado, 07 de Dezembro de 2019

22/11/2019 12:00

Durante buscas de operação, escrivão é preso por tráfico de cocaína

Rafael Grandini Salles, de Ponta Porã, morava em república com outros dois policiais já presos na investigação contra milícia

Marta Ferreira e Helio de Freitas, de Dourados
A cocaína encontrada em república onde viviam policiais alvos da Omertá. (Foto: Direto das Ruas)A cocaína encontrada em república onde viviam policiais alvos da Omertá. (Foto: Direto das Ruas)

A Operação Omertà, contra organização criminosa dedicada a execuções em Mato Grosso do Sul, fez mais uma prisão nesta sexta-feira (22), em Terenos, cidade vizinha a Campo Grande. O policial civil Rafael Grandini Salles, lotado na 1ª Delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã, município a 323 quilômetros de Campo Grande, acabou sendo preso em flagrante por tráfico de drogas depois de ação de busca e apreensão derivada da operação.

A Rafael Grandini Salles, 35 anos, foi atribuída a posse de pacote com cocaína, que estava em alojamento compartilhado por policiais de fora que trabalham na cidade fronteiriça ao Paraguai. Moravam na república os policiais civis Elvis Elir Camargo de Lima, 46 anos, e Frederico Maldonado Arruda, 56 anos, presos desde o fim de setembro.

A reportagem apurou também que o agente de segurança pública tem carretas em seu nome, patrimônio que não condiz com a renda mensal, apontando enriquecimento ilícito. Escrivão, ele tem salário bruto de R$ 4,2 mil. 

Buscas - A prisão foi feita por equipe da Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros), de Campo Grande, que cuida as investigações policiais da Operação Omertá, responsável pela prisão, no dia 27 de setembro, dos empresários Jamil Name e Jamil Name Filho. Eles são apontados como chefe de grupo de extermínio com participação de guardas civis municipais de Campo Grande e policiais civis.

Conforme o Campo Grande News, a ação era das investigações da operação mas diante da descoberta da droga, Grandini foi identificado como dono do entorpecente e preso em Terenos, onde mora. Está sendo trazido para a Garras, em Campo Grande. 

Com a prisão dele, é o quinto integrante da Polícia Civil alvo da Omertà. Além dos dois já citados, estão presos Márcio Cavalcanti e Vladenilson Olmedo, apontados como gerentes da quadrilha e levados para o presídio federal de segurança máxima de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Matéria editada às 17h35 para correção de informação. 

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