Mulheres são pegas em presídios com drogas no chinelo e dentro do corpo
Flagrantes aconteceram em Dourados e Campo Grande, no fim de semana e nesta quarta-feira, respectivamente

Com drogas escondidas na borracha dos chinelos e dentro do corpo, duas mulheres foram presas em poucos dias nos presídios de Mato Grosso do Sul.
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Duas mulheres foram presas ao tentar introduzir drogas em presídios de Mato Grosso do Sul. Uma mulher de 52 anos foi detida na Penitenciária de Dourados com 320 gramas de cocaína escondidos no corpo e nos chinelos ao visitar o filho. Em Campo Grande, uma jovem de 19 anos foi flagrada com 56 gramas de maconha escondidos na região íntima. Ambas foram encaminhadas à delegacia e responderão por tráfico.
Na PED (Penitenciária Estadual de Dourados), uma mulher de 52 anos foi impedida de entrar com entorpecentes durante o período de visitas no fim de semana. Segundo a Polícia Penal, a suspeita surgiu após a passagem pelo scanner corporal, que indicou alterações. Na verificação, foram encontradas porções de substância semelhante à cocaína escondidas em diferentes partes do corpo e também nos chinelos.
Ao todo, foram apreendidos cerca de 320 gramas da droga, distribuídos em oito invólucros de cocaína. As embalagens estavam ocultas nos chinelos, no sutiã, no cós da calça e também afixados às costas da mulher.
A mulher foi à unidade para visitar o filho, de 36 anos, que cumpre pena no local. Ambos foram levados à delegacia e responderão por tráfico.
Já em Campo Grande, na Penitenciária Masculina de Regime Fechado da Gameleira I, outra tentativa foi registrada nesta quarta-feira (1º). Uma jovem de 19 anos, que visitaria o companheiro, foi identificada durante a revista com uso de body scanner.
Após a abordagem, ela entregou voluntariamente um invólucro com substância análoga à maconha, com aproximadamente 56 gramas, que estava escondido na região íntima. A visitante também foi encaminhada à delegacia para registro da ocorrência.
As duas situações ocorreram durante procedimentos de rotina nas portarias das unidades, onde as revistas contam com equipamentos de escaneamento corporal e inspeções detalhadas. Segundo a administração penitenciária, as ações fazem parte de um conjunto de medidas voltadas ao controle de entrada de materiais proibidos e à manutenção da segurança dentro dos presídios.
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