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Cidades

Semana começa com leve redução na covid, mas MS ainda tem média de 44 mortes

Macrorregião de Campo Grande é a única que não possui leitos, de acordo com boletim epidemiológico

Por Guilherme Correia | 21/06/2021 11:20
Carros formam fila no drive-thru de vacinação contra a covid do Parque Ayrton Senna (Foto: Marcos Maluf/Arquivo)
Carros formam fila no drive-thru de vacinação contra a covid do Parque Ayrton Senna (Foto: Marcos Maluf/Arquivo)

Boletim epidemiológico publicado nesta segunda-feira (21) traz pouco mais de 600 casos e 21 óbitos por covid-19 em Mato Grosso do Sul, registrados nas últimas 24 horas. O número é baixo, se comparado a outros dias, e o Estado sente uma leve redução nos índices da pandemia.

Mas é importante frisar que, por se tratar do primeiro dia da semana, normalmente os municípios demoram a inserir os dados, o que pode mascarar a situação real do coronavírus. Na última semana, a média tem sido de 44 mortes diárias.

Durante coletiva, o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende atribuiu ao decreto estadual, feito com objetivo de tentar reduzir infecções, essa tímida redução. "Muitos municípios cumpriram fielmente nosso decreto e há municípios que foram até mais rigorosos nas medidas, apesar de resistências enormes de setores da economia".

Ainda conforme o documento, a macrorregião de saúde de Campo Grande é a mais crítica, atualmente, com 103% de ocupação de leitos de terapia intensiva. Ou seja, não há vagas em UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e há excedente de hospitalizados acima da capacidade oficial.

As regiões de Três Lagoas (95%), Dourados (94%) e Corumbá (82%) estão em situação um pouco menos crítica, mas ainda alarmante.

Vacinas - O titular da SES (Secretaria Estadual de Saúde) destacou que as doses de Astrazeneca, encaminhadas ontem, foram distribuídas nesta manhã aos municípios do interior para que as pessoas recebam 2ª dose do imunizante.

Segundo dados da pasta, há mais de 550 mil pessoas aguardando o reforço da vacina, já que o prazo entre as duas aplicações é de três meses.

Além disso, Resende comentou que ainda não há novos detalhes sobre o recebimento das vacinas da Janssen, cujo enviou mobilizou uma série de pessoas na internet. Ele ressaltou que o Estado tem solicitado quantitativo cinco vezes maior do que o prometido inicialmente, para imunizar cidades da fronteira sul-mato-grossense.


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