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Campo Grande, Quarta-feira, 25 de Abril de 2018

27/09/2017 14:38

Tribunal de SP e de MS fazem parceria contra assédio no transporte coletivo

Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul começa a ser parceiro de uma campanha promovida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo

Izabela Sanchez
Uma mulher segura um cartaz durane protesto contra o assédio às mulheres no metrô na estação da República, no centro de São Paulo (Foto: Dario Oliveira/Código 19/Estadão Conteúdo)Uma mulher segura um cartaz durane protesto contra o assédio às mulheres no metrô na estação da República, no centro de São Paulo (Foto: Dario Oliveira/Código 19/Estadão Conteúdo)

Promovida pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) a campanha “Juntos podemos parar o abuso sexual nos transportes” ganha, agora, a parceria do TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul). Segundo explica a assessoria de imprensa do Tribunal em Mato Grosso do Sul, peças publicitárias da campanha serão disponibilizadas nas redes sociais do Poder Judiciário sul-mato-grossense.

Além disso, conforme esclarece, o Tribunal de Mato Grosso do Sul vai acionar empresas de transporte coletivo na Capital para que a divulgação também contemple os ônibus.

"A intenção é promover uma mudança de cultura que estimule vítimas de abuso sexual nos transportes coletivos e/ou pessoas que presenciem qualquer tipo de incidente a denunciar os agressores, e, consequentemente, inibir futuras iniciativas, pois a culpa nunca é da vítima: a culpa é de quem abusa, de quem constrange", explica a assessoria de imprensa do Tribunal.

Mobilização aumenta denúncias

Segundo levantamento do próprio TJ-MS, não há casos de assédio em ônibus tenham sido udicializados em Mato Grosso do Sul. Ainda assim, a juíza Jacqueline Machado, que responde pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar em MS comenta que os casos são inúmeros.

“Essas campanhas são essenciais, já que são inúmeros os assédios cometidos em transporte público diariamente, ainda que nem todos cheguem ao Judiciário”.

Conforme a assessoria do TJ em Mato Grosso do Sul, a campanha faz com que o número de denúncias aumente. Ao menos foi o que ocorreu em São Paulo, conforme explicou a juíza Tatiane Moreira Lima, da Vara de Violência Doméstica e Familiar do Butantã (SP), uma das idealizadoras da campanha.



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