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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

14/01/2011 23:00

Alimentos farão inflação ficar acima do centro da meta em 2011, diz ministro

Wellton Máximo da Agência Brasil

Mantega negou que alta nos preços seja reflexos de problemas na economia

Brasília – A inflação ficará acima da meta em 2011 por causa dos alimentos, disse hoje (14) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele negou que a alta dos preços observada nos últimos meses seja reflexo de problemas estruturais da economia brasileira.

O ministro fez as declarações após participar da primeira reunião ministerial convocada pela presidenta Dilma Rousseff. De acordo com ele, a alta dos alimentos afeta não apenas o Brasil, mas todos os países produtores de commodities (bens agrícolas e minerais com cotação no mercado internacional).

“Não é uma inflação estrutural [decorrente da incapacidade de o país produzir o que é consumido], mas de um fator externo que é a alta dos alimentos”, afirmou o ministro. Segundo Mantega, os preços estão sendo pressionados por fatores internacionais e pelas chuvas de janeiro, que afetam as lavouras.

O encarecimento dos alimentos, disse o ministro, foi o fator que fez o Ministério da Fazenda estimar inflação de 5% em 2011 pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acima do centro da meta de 4,5% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para ele, o aquecimento da economia, que cresceu 7,5% no ano passado, tem impacto sobre os preços de serviços, mas o problema é localizado.

Apesar das pressões inflacionárias, Mantega afirmou que o Brasil não corre o risco de passar do o teto da meta de inflação, que é de 6,5%. “Cumprimos a meta em 2010. A inflação no ano passado foi de 5,9% e será menor neste ano. A desaceleração não é imediata, mas o Banco Central está aí para atuar se necessário [para garantir o cumprimento da meta]”, declarou.

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