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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

01/03/2015 08:56

Após oito dias de protesto, rodovias amanhecem sem bloqueios

Caroline Maldonado
PRF montou esquema para impedir manifestação em rodovias federais (Foto: Marcos Ermínio)PRF montou esquema para impedir manifestação em rodovias federais (Foto: Marcos Ermínio)

Após oito dias de protestos em rodovias federais e estaduais, caminhoneiros ainda não retomaram os bloqueios, na manhã deste domingo (1º), segundo a PRE (Polícia Rodoviária Estadual). Ontem (28), os transportadores interditaram parcialmente trechos de oito rodovias estaduais, a maioria na região de Dourados e um deles na MS-040, próximo a Campo Grande.

Durante a tarde de sábado, foram liberados dois trechos e as 15h30 os veículos deixaram os pontos de protesto. De acordo com a PRE, os caminhoneiros saíram das rodovias nesse horário e informaram que retomariam a manifestação hoje, avisando a polícia, mas até agora a PRE não recebeu nenhum comunicado dos manifestantes.

Em São Gabriel do Oeste, o prefeito Adão Rolim (PSD), declarou estado de emergência pública na sexta-feira (27). O prefeito afirmou que o município fica extremamente prejudicado por não conseguir escoar a produção de soja e receber produtos de primeira necessidade.

Na sexta-feira, a PRF colocou a tropa de choque com 80 policiais de plantão na BR-163, saída para São Paulo, em Campo Grande, para cumprir decisão da Justiça que determina o fim dos bloqueios nas rodovias, sob pena de multa de R$ 10 mil por hora, além de multas de trânsito.

No mesmo dia, a manifestação teve apoio de comerciante de Dourados, que fecharam as portas durante a tarde. Na quarta-feira (25), os manifestantes fizeram carreata com carros de passeio, com início na avenida Afonso Pena, descendo a avenida Ceará, com buzinaço e pisca-alerta ligado.

Reivindicação - As empresas de transporte e autônomos querem a redução do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) sobre o óleo diesel, de 17% para 12%; além do aumento do preço do frete, em Mato Grosso do Sul. Os caminhoneiros reclamam que o imposto alíquota do imposto é de 12% em Estados vizinho, como São Paulo e Paraná e o valor do frete tem defasagem de, pelo menos, dez anos.



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