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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

13/12/2010 17:20

Após reclamação das farmácias, conselho defende novas normas dos antibióticos

Ricardo Campos Jr.

Presidente do CRF/MS vai á assembleia falar sobre as novas regras

Representantes de entidades de classe relacionadas à área da saúde se reúnem amanhã (14) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul para discorrer sobre as vantagens da determinação da Anvisa com relação á venda de antibióticos.

O presidente do CRF/MS (Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso do Sul) Ronaldo Abrão assumirá a plenária para relatar os benefícios que a determinação traz tanto para os profissionais como para a população.

Em seguida, juntamente com representantes do CRM/MS (Conselho Regional de Medicina) e CRO/MS (Conselho Regional de Odontologia), Abrão reúne com a imprensa para responder às principais perguntas sobre as novas normas.

A meta da assembléia é ouvir os dois lados na questão, uma vez que no último dia 2 compareceu a assembléia o vice-presidente do Sindicato das Farmácias Nelson Fraide Nunes.

Normas - As novas regras para venda de antibióticos entraram em vigor no dia 28 de novembro. A partir daí, farmácias e drogarias de todo o país só poderão vender medicamentos desse tipo mediante receita de controle especial em duas vias. A primeira ficará retida no estabelecimento farmacêutico e a segunda deverá ser devolvida ao paciente com carimbo para comprovar atendimento.

As receitas terão prazo de validade de dez dias, devido aos mecanismos de ação dos antimicrobianos. Os médicos devem estar atentos para a necessidade de entregar, de forma legível e sem rasuras, duas vias do receituário aos pacientes.

As medidas valem para mais de 90 substâncias que abrangem todos os antibióticos com registro no país, com exceção dos que tem uso exclusivo no ambiente hospitalar. O objetivo da Anvisa, ao ampliar o controle sobre esses produtos, é contribuir para a redução da resistência bacteriana na comunidade.



É realmente complicado. Essa medida da ANVISA impede q sejam vendidos os medicamentos a base de antebioóticos, "uma lista com cerca de 90 medicamentos" e a população não tem um atendimento médico de qualidade e nem mesmo o atendimento necessário, sendo q pagam por isso com seus impostos. Dinheiro para pagar um médico particular poucas pessoas tem. Plano de saúde, muito menos. Lançam as leis sem consultar o sistema e simplesmente faz a população engolir o que " ELES JULGAM" ser melçhor para as pessoas. nnâo vai demorar pra começar um mercado clandestino neste sentido.
 
Pedrinho Spina - MEGA -94 em 13/12/2010 06:02:14
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