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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

21/03/2011 10:49

Bloqueio de sem-terra provoca congestionamento e irrita motoristas

Marta Ferreira e Ricardo Campos Jr
Sem-terra ligados à Fetagri impedem a passagem de veículos entre Campo Grande e Sidrolândia.Sem-terra ligados à Fetagri impedem a passagem de veículos entre Campo Grande e Sidrolândia.

O bloqueio de rodovias de Mato Grosso do Sul por sem-terra está provocando congestionamento e reclamações dos motoristas que estão presos por causa do protesto da Fetagri (Federação dos Trabalhadores na Agricultura) na BR-463, entre Dourados e Ponta Porã, na BR-267, entre Nova Alvorada do Sul e o Distrito de Casa Verde, e na BR-060, entre Campo Grande e Sidrolândia.

O protesto começou por volta das 7h. Em Campo Grande, o congestionamento está próximo dos 2 quilômetros. A notícia provocou a irritação do governador André Puccinelli (PMDB), que chegou a interromper uma reunião com empresários chilenos para determinar que a Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública) intervenha para desosbruir a pista.

Na rodovia em Campo Grande, pneus e uma barreira humana impedem que os veículos passem. Os policiais militares rodoviários estaduais que estão no local negociaram com os manifestantes e o tráfego está sendo liberado de quando em quando, mas depois volta ser fechado. Passam apenas 25 veículos por vez.

Parados-André Leduíno, em meio à fila de carros que aguarda para passar. “Tem q procurar direitos,mas em lugar cabível”, afirmou.

A pecuarista Débora Rojas, 43 anos, contou que estava voltando para Ponta Porã, onde mora, e já estaria na cidade, onde tem compromissos, não fosse o bloqueio. Ele disse que acha certo que os sem-terra lutem pelos seus direitos, mas discorda da forma usada. “Nós também somos povo e temos os nosssos compromissos. Parados aqui, não vamos conseguir ajudar eles”.

O comerciante Augusto Prado, de 63 anos, disse ser contrário ao movimento. “ Muitas pessoas querem trabalhar e não podem por causa de outras que não querem”.

Ele contou que seu comércio deveria estar aberto em Sidrolândia, mas não estava porque ficou preso no congestionamento.

No local estão policiais rodoviários militares, que fazem o controle do tráfego. Nos outros dois pontos é a Polícia Rodoviária Federal quem enviou equipes para negociar com os sem-terra.

A Fetagri afirma que o protesto é para que o Incra volte a funcionar em Mato Grosso do Sul. A entidade diz que o órgão está parado desde que surgiram denúncias de corrupção, investigadas pelo Ministério Público Federal.



quem fica chamando os sem terra de vagadundos e mandando meter a borracha e pura inveja por nao estar la e vagabundo sao vcs que nao trabalha e fica na net falando mal dos sem terra vao procurar o que fazer ,nao somos bandidos prove ao contrario.
 
nilva padilha em 28/03/2011 06:48:58
O senhor governador tem que mandar os batalhoões de choque sentar a borracha nesse povo!!! Quer reivindicar os direitos existe a justiça, e não atrapalhar o direito do resto da população!!!
 
Nemer El Kadri em 21/03/2011 11:26:27
Tem que ser feito um rastreamento rigoroso no cadastro desses "trabalhadores" sem terras. conheço pessoas que sua profissão é acampado sem terra, já conseguiu lotes vendeu e continua acampado, vivendo de cesta básica do governo.
E preciso incluir como arma o uso ferramentas como foice, inchada, facão etc. no código penal, quando usada fora de suas atividades fins, na realidade são usadas para intimidar pessoas e até mesmo para enfrentamento, contra forças policiais nesses bloqueios
 
joão simoes em 21/03/2011 11:13:59
quér terra, então trabalhe faça igual os donos de terras que voceis se apropria irregularmente. os proprietarios de terra tinha que fazer alguma coisa mais séria para evitar isso tem que se unir também assim como tem sem terras, os donos de terras tinha que se organizar para evitar isso ..
 
wanderlei xinaider em 21/03/2011 11:06:11
Para que dar terras para eles? Assim que entram, logo em seguida a metade já vende e sai para arrumar outro acampamento para pegar cestas básicas. O restante fica até liberar os recussos do BB e, vende e vai acampapar de novo. Aqui em minha região não são 10% que estão assentados, os restante já vendeu e está na fila para outra invasão. Daí eles se separam judicialmente de seus maridos ou esposas, para poder fazer nova ficha no Incra e ganhar novamente terras para vender.
Enquanto as autoridades e ntidades como : sindicatos ruruais forem coniventes nessas invasões, o povo fica contra a reforma agraria, que dá a impressão de ter só bandidos, pois só fazem as coisas contra a lei.
Passo em frente de barrocas na beira das estradas todos os dias, a maioria está fechada, os "barraqueiros" só aparecem quando vão trancar estradas ou pegar as cestas básicas.
 
Kamél El Kadri em 21/03/2011 09:15:20
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