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Campo Grande, Domingo, 19 de Novembro de 2017

08/06/2009 13:05

Campanha quer atrair doadores de sangue pela internet

Redação

A campanha do Ministério da Saúde, lançada nesta segunda-feira com o objetivo de atrair doadores de sangue, irá usar pela primeira vez redes sociais da internet, como o Orkut, MSN, Blogs, Twitter, além do Google, para atrair o público jovem.

Com o tema 'Entre para a Corrente Sanguínea. Doe e convide alguém a doar', a intenção é estimular as pessoas que já doam sangue a convidar novos doadores, formando uma verdadeira corrente de voluntários, e fazer com que a prática se torne um hábito para a população.

Para o responsável pela Coordenação da Política Nacional de Sangue, e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez, a campanha deverá contar com o envolvimento de todos aqueles que já doam sangue. Mas, a atenção especial está voltada para os jovens.

Dados do Ministério da Saúde apontam que apenas 1,8% da população brasileira já doou sangue nos últimos cinco anos. Mais de 50% dessas doações foram feitas por jovens entre 18 e 29 anos.

Por conta disso, a Coordenação de Política Nacional de Sangue acredita que o jovem seja um ator fundamental para a formação dessa corrente de doadores. "Eles são os que mais tem hábito de vida saudável e os que conseguem mobilizar os amigos e os conhecidos", garante Guilherme Genovez.

Doadores - Apesar de 3,1 milhões de pessoas terem doado sangue apenas no ano passado, os estoques no Brasil vivem em constante estado de emergência. Por isso, a necessidade de mais doadores.

O Ministério da Saúde garante que o País é referência em segurança transfusional. Após a doação, o sangue é submetido a nove tipos de exame, capazes de identificar doenças como Aids e Sífilis. Se for detectado algum comportamento de risco por parte do doador, como o uso de drogas, a doação sequer é completada.

Para ser um doador, é necessário ter entre 18 e 60 anos, pesar mais de 50 quilos e não ter sido contaminado por doença sexualmente transmissível. A recomendação é para que as pessoas doem sangue no máximo três vezes ao ano.

"O sangue é um bem que não pode ser produzido artificialmente e somos obrigados a coletar de um indivíduo para utilizar em outro.

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