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Campo Grande, Sábado, 23 de Setembro de 2017

08/08/2017 11:42

Abalada com desenrolar de caso, mãe de Mayara não vai à Câmara

Ela participaria de sessão, mas ida foi cancelada nesta manhã, depois que a dona de casa passou mal

Rafael Ribeiro e Richelieu de Carlo
Ilda Cardoso falaria sobre a infância da filha e sua carreira como musicista no Legislativo municipal (Foto: Marcos Ermínio)Ilda Cardoso falaria sobre a infância da filha e sua carreira como musicista no Legislativo municipal (Foto: Marcos Ermínio)

Convidada de honra de sessão especial da Câmara Municipal que homenageia os 11 anos da Lei Maria da Penha, na manhã desta terça-feira (8), a mãe da musicista Mayara Amaral, 27 anos, alegou estar abalada emocionalmente com os últimos desdobramentos do caso e não compareceu para o seu discurso na Casa, um dos mais aguardados.

Segundo a vereadora Cida Amaral (Podemos), a dona de casa Ilda Cardoso, 50, estava bastante feliz pelo convite para falar na tribuna da Câmara sobre a história da filha e contar suas visões sobre a violência contra a mulher. Mas “ficou mal” após supostamente ler reportagens sobre o caso publicadas recentemente.

“Ela leu algumas reportagens que deixaram ela mais sensibilizada ainda, e por essa razão ela não teve condições de vir falar com a gente”, explicou a vereadora.


As atividades referentes à comemoração da data, no entanto, continuaram sem alterações. Roseli Molina, antiga responsável pela Delegacia da Mulher e atualmente na Corregedoria da Polícia Civil, foi uma palestrantes do dia.

O caso – A Polícia Civil concluiu o inquérito e encaminhou ao Ministério Público Estadual na última segunda-feira (7) apenas Luís Alberto Bastos Barbosa, 29, como o responsável pelo latrocínio (morte em assalto) que vitimou Mayara. Os outros dois presos responderão por acusações de menor potencial ofensivo.

Imagens divulgadas pela Delegacia Especializada de Furto e Roubo de Veículos, que cuidou do caso, mostram Barbosa comprando uma garrafa de álcool e latas de cerveja após deixar o motel onde matou a vítima, provavelmente antes de incendiar o corpo.

O Campo Grande News não conseguiu contato com familiares de Mayara para comentar as declarações da vereadora até a conclusão desta reportagem.




Imagino a dor que estão sentindo as mães de vítima e autor. Hoje em dia se a gente pede para um filho, não faz isso, não faz aquilo, tal pessoa não é boa companhia, nooossa!! É invasão de privacidade, principalmente daqueles que já são maior de idade, acham que nunca vai acontecer nada com eles, que não existe más companhias e eles são totalmente capaz de distinguir pessoas do bem e do mal, mas não é bem assim, todos estão sujeitos ao mal, principalmente de cometer o mal contra eles mesmo e aos outros quando tem drogas envolvida. Talvez se pensassem um pouco, talvez não se envolvesse com esse mau que assola toda uma nação, não faria a mãe dele chorar e em consequência não faria a mãe da moça chorar também. Agora só restam dor e vergonha, triste verdade para os dias atuais.
 
Marcia em 08/08/2017 13:23:49
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