Agetran apreende veículos que faziam transporte clandestino na Rodoviária
Motoristas não conseguiram comprovar vínculo com aplicativos e agência afirma que fará mais ações em 2026
A Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) apreendeu dois veículos durante ações de fiscalização realizadas nas imediações da Rodoviária de Campo Grande. O objetivo da agência é coibir o transporte irregular de passageiros. As datas das operações não foram informadas pelo órgão.
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A Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) realizou operações de fiscalização nas proximidades da Rodoviária de Campo Grande, resultando na apreensão de dois veículos por transporte irregular de passageiros. Os motoristas, que alegavam ser condutores de aplicativos, não comprovaram vínculo com plataformas legais. A agência alerta sobre os riscos do transporte clandestino, que não passa por controles técnicos ou fiscalização do poder público. As ações de combate serão intensificadas em 2026, visando garantir a segurança dos usuários e evitar situações de vulnerabilidade como furtos e roubos.
De acordo com a pasta, as abordagens foram feitas por equipes de Trânsito da GCM (Guarda Civil Metropolitana) em conjunto com o setor de Mobilidade Urbana e permissionários. Durante a fiscalização, motoristas que se apresentavam como condutores de aplicativos não conseguiram comprovar vínculo com plataformas de transporte legalmente ativas.
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Diante das irregularidades, foram lavradas autuações com base no CTB (Código de Trânsito Brasileiro), que trata do transporte remunerado de pessoas sem autorização, além da remoção dos veículos, conforme prevê a legislação.
A Agetran informou que as ações de combate ao transporte clandestino vão continuar e devem ser intensificadas ao longo de 2026. Segundo o órgão, o transporte irregular não passa por fiscalização, controle técnico ou acompanhamento do poder público, o que aumenta o risco de acidentes e outros tipos de ocorrências.
Além dos riscos viários, a agência alerta que essa prática expõe os usuários a situações de vulnerabilidade, como furtos e roubos, já que envolve veículos sem identificação adequada e condutores cuja capacitação e regularidade não são devidamente comprovadas.
Por estratégia operacional, a Agetran afirmou que não divulga detalhes adicionais sobre as fiscalizações em andamento, para preservar o planejamento e a efetividade das ações. A orientação à população é para que utilize apenas meios de transporte regulamentados por lei, que passam por fiscalizações periódicas e oferecem maior segurança e confiabilidade.


