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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

16/03/2014 15:59

Algazarra muda da Afonso Pena para Mato Grosso e perturba moradores

Bruno Chaves
Foto feita por delegado, durante uma das noitadas na Mato Grosso. (Foto: Divulgação)Foto feita por delegado, durante uma das noitadas na Mato Grosso. (Foto: Divulgação)

Moradores dos altos da Avenida Mato Grosso, em Campo Grande, têm perdido o sono diante de tamanha algazarra que se forma no local em dias de feriado e fim de semana. As festas, regadas a som alto e bebedeira, e que costumam juntar mais de mil pessoas, conforme relatos, começaram a ficar frequentes no último ano.

“Estou há dois dias sem dormir. São pessoas gritando, ouvindo música alta, cantando pneus e fazendo manobras perigosas no trânsito”, lamenta o delegado Antenor Batista da Silva Júnior, que mora no Carandá Bosque.

“Parece-me que as pessoas deixaram de frequentar os altos da Afonso Pena, que está sendo fiscalizada, para vir fazer tumulto na Mato Grosso”, avalia. Ele afirma que “o ponto de encontro” das pessoas começou a ganhar força de um ano para cá, quando instalaram a conveniência Big Festas no posto de combustíveis que fica na entrada do bairro Carandá Bosque. “Eles ficam disputando para ver quem toca o som mais alto, fazem do condomínio um mijódromo e deixam a rua toda suja”, emenda.

Os problemas não param por aí, conforme diz o delegado. Ele lembra que existe um hospital na região e afirma que os frequentadores expõem toda a população a um grave risco, já que fazem manobras arriscadas com os carros até dentro do posto de combustíveis, podendo ocorrer uma colisão com alguma bomba de liquido inflamável. “Uma vez fizeram até churrasco em cima de uma caminhonete ao lado da bomba de gasolina”, garante.

O delegado ainda conta que os frequentadores das “festas ao ar livre” chegam a invadir as dependências da OAB/MS, de um supermercado e até do Hospital da Unimed.

Segundo o sindico do Residencial Parque Itacolomi, que fica em meio ao tumulto, Danilo Fedrizzi, os moradores do local chegam a se assustar com o tamanho do tumulto e atitude de algumas pessoas. “Os moradores aqui estão reclamando demais. Eles ficam apavorados de ver tanta gente que fica lá na frente”, conta.

Fedrizzi é outro que acredita que o aglomerado de pessoas nos altos da avenida teve início há cerca de um ano. Ele também aponta a conveniência Big Festas como responsável pelo acúmulo de pessoas no local.

“Ficam disputando com som, fazendo cavalos de pau, é horrível”, revela. O sindico ainda disse que estuda, com a ajuda de um advogado, uma forma de evitar que a população se aglomere na região.

Procurado pela reportagem, o proprietário da conveniência Big Festas, Juan Carlos, garante que a atividade de seu comércio não tem relação com a aglomeração de pessoas.

“Dentro do posto não fica ninguém e a conveniência fica fechada. O pessoal começou a fazer ponto aqui eu não sei o porquê”, afirmou. Juan ainda lembrou que possui dois seguranças armados no estabelecimento para evitar qualquer tipo de problema.

“Não quero nenhum risco”, diz. Mesmo assim, ele comentou que pretende, a partir da próxima semana, encerrar o expediente no local às 00h. Atualmente, o comércio funciona 24h.



Mas minha nossa, um delegado estava reclamando? Se tem alguem que pode tomar alguma atitude são pessoas da policia ou do poder publico, Sr. Antenor, o senhor pode resolver o problema.
 
maximiliano rodrigo antonio nahas em 17/03/2014 08:28:36
O que deveria era a lei seca não dar fiança , mas sim multa e prisão mesmo sem fiança a quem dirige bêbado e a polícia deveria sim descer a borracha em quem perturba a paz coletiva....o barulho incomoda até o Hospital da Unimed.... Campo Grande está jogada mesmo às baratas....agora que o Olarte está no comando esperamos que haja policiamento severo na região !
 
Karla Cavalcante de Jess em 17/03/2014 01:11:30
É tem que começar os pais dos riquinhos dos playboizinhos metidinhos a patrão dar educação e tirar as caminhonetes e carros desses atoas que vivem do "nome" dos pais ou das aparências, por que a pobraiada não fica lá não, impossivel um pai não ver o pneu do carro ou o cheiro ou a embriagues dos malacos... muito moleque esse pessoal sem noção e sem educação, tinha de fazer uma blitz e pegar todo mundo que tá lá fazendo algazarra e botar pra varrer a sujeira que deixam pela avenida... quem sabe se fizer isso os pais e filhos tomam vergonha na cara e parem de importunar tanto a Mato Grosso como a Afonso Pena... por que senão só vai migrar de um ponto para o outro.
 
sandra regina lima fernandes em 16/03/2014 21:49:42
Mais ai esta fácil de resolver, isto é, se não tiver nenhum "filhinho de gente muito grande" envolvido, claro. Primeiro um bom levantamento, com anotação de veículos e respectivas placas, filmando e fotografando tudo, se possível. Depois, com equipes fechando de surpresa e ao mesmo tempo, a Av Mato Grosso em ambos os sentidos, e fechando também a via de acesso ao caranda Bosque. Dai "é só ir pegando e enquadrando todo mundo". O veículo cuja placa já tiver sido antecipadamente identificada, como participante da arruaça ou outro que seja flagrado na mesma bagunça vai para o pátio do DETRAN/MS, e seu condutor e passageiros para o DP. Desta forma, duvido que essa vadiagem persista por muito tempo com a anarquia.
 
Luis Fernando Ferreira da Silva em 16/03/2014 20:16:05
Se o Delegado - ao que tudo indica DEVE ser da Polícia Civil - está reclamando... ele que tem o PODER de coibir tais atos.. imagine nós pobre mortais...... mas para essa turma.. basta chamar o Tenente (não sei a atual patente dele agora) Felipe, da Polícia Militar... rsrs ele tem o antidoto pra essa gente.. ele sabe como fazer e a hora que deve fazer; TENENTE FELIPE da PM soluciona o problema de forma rápida e simples!
 
Gilson Giordano em 16/03/2014 18:02:57
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