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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

17/11/2014 09:33

Após derrotas na Justiça, professores mantêm greve e fazem passeata

Michel Faustino e Priscila Peres
Professores fazem passeata em direção ao Paço Municipal. (Foto: Alcides Neto)Professores fazem passeata em direção ao Paço Municipal. (Foto: Alcides Neto)
Professores mantêm a greve iniciada no dia 7 deste mês na rede municipal (Foto: Alcides Neto)Professores mantêm a greve iniciada no dia 7 deste mês na rede municipal (Foto: Alcides Neto)

Após duas derrotas na Justiça, o impasse quanto ao pagamento do reajuste dos profissionais da educação do município que resultou na greve dos professores continua. A categoria se reuniu na manhã de hoje (17) na sede da ACP (Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação) e neste momento os profissionais fazem passeata pelas ruas do centro em direção ao Paço Municipal onde tentarão uma nova audiência com o prefeito Gilmar Olarte (PP).

Na sexta-feira, o TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) acatou o pedido da prefeitura e determinou que 80% dos professores retornassem às atividades em 24 horas, sob pena de multa de R$ 25 mil por dia de descumprimento da liminar. A Justiça deu concedeu liminar, na ADIN (Ação de Direta de Inconstitucionalidade) e suspendeu a lei que prevê o reajuste de 8,46% aos professores, aprovada em maio de 2013 pela Câmara de Vereadores.

Segundo o presidente da ACP, Geraldo Gonçalves, a categoria pretende recorrer da decisão do TJMS. Conforme o dirigente, eles ainda não foram notificados sobre a decisão da justiça que estabelece multa de R$ 25 mil por dia caso os professores não coloquem pelo menos 80% dos alunos na sala de aula.

Neste exato momento, os professores estão percorrendo algumas ruas do centro da Capital em passeata até a prefeitura. De acordo com o sindicalista, eles irão tentar uma nova audiência com o prefeito para tentar resolver o impasse quanto ao pagamento do reajuste.

Durante assembleia realizada nesta manhã, a categoria decidiu manter a greve até quarta-feira (19), quando deve acontecer uma nova assembleia. Eles não informaram quantas escolas estão paradas, mas até sexta-feira (14) 66% não tinham aula. A paralisação completou 12 dias nesta segunda-feira.

Categoria definiu pela continuidade da greve. (Foto: Alcides Neto)Categoria definiu pela continuidade da greve. (Foto: Alcides Neto)


Lembrem-se disto nas proximas eleições, com o Bernal ninguem aprendeu nada, votaram em massa nele para senador, se o povo esquecer do Olarte tambem é capaz dele se eleger mais uma vez, marquem em suas agendas, escrevam nas paredes de seus lares, Gilmar Olarte, nem pra vereador eu quero... nem ele, nem Bernal, nem Chocolate.
 
Max em 17/11/2014 10:56:11
É UM ABSURDO TUDO ISSO!!
O prefeito ajuizar ação para retirar uma vitória de 2013, quando os professores conseguiram um aumento de 8,46% ?! Esse prefeito é uma lástima! E como pode um Tribunal de Justiça como este dar provimento à esse acinte!
PROFESSORES SE UNAM, NADA VAI ACONTECER SE VOCÊS NÃO SE JUNTAREM, A LUTA É COLETIVA!
 
JESSICA MACHADO GONÇALVES em 17/11/2014 10:01:53
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