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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

17/05/2016 10:38

Após protesto, contratados da Omep e Seleta conseguem reunião com Bernal

Certos da demissão, funcionários terceirizados pedem concurso público

Mayara Bueno
Manifestantes seguiram da Praça do Rádio para o Paço Municipal. (Foto: Marcos Ermínio)Manifestantes seguiram da Praça do Rádio para o Paço Municipal. (Foto: Marcos Ermínio)

Após paralisarem atividades e protestarem na Praça do Rádio, contratados da Prefeitura por meio da Omep (Organização Mundial pela Educação Pré-Escolar) e Seleta Sociedade Caritativa Humanitária estão reunidos com o prefeito Alcides Bernal (PP), neste momento.

Cerca de 200 pessoas foram hoje à praça para mostrar que não são funcionários fantasmas, trabalham e não recebem salários exorbitantes, a despeito do que é apontado em inquéritos do Ministério Público. Para eles, o justo seria demitir somente os casos irregulares, mas há determinação judicial que pede o desligamento de todos, independente da situação.

Certos da demissão, eles pedem a realização de concurso público para que os demitidos tenham uma chance de voltarem a suas funções. A reunião começou por volta das 10 horas e tem cerca de 10 representantes das duas entidades.

Irregularidades - A suspeita do MPE-MS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul), que impetrou com uma ação na Justiça, é de que os contratos estão recheados de irregularidades, como salários diferentes de pessoas que exercem a mesma função e até gente contratada, recebendo salário, mas sem trabalhar.

Nos autos do processo, a Justiça já identificou preso há mais de dois anos, mas que foi contratado como vigia da Seleta, por exemplo. Também há moradora e trabalhadora de outro município admitida como coordenadora de cursos. Na própria decisão, o magistrado diz que estes são apenas alguns dos casos ilegais. O Ministério Público, por sua vez, promete seguir com as investigações e pedido de punição dos possíveis envolvido

 



Independente de trabalharem ou não, cargo público deve ser ocupados por servidores concursados e não contratados, se houve concurso em 2013, este está vigente ainda, até fevereiro de 2018, por que não fizeram! Estavam acomodados ocupando irregularmente, por indicação ou apadrinhamento, a vaga de quem foi aprovado em concurso e não era convocado por causa dessas contratações irregulares! Vergonha , esta é a palavra pra descrever esta manifestação!
 
Selma em 17/05/2016 11:29:48
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