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Capital

Após quatro anos, segundo réu por matar jovem a facadas pega 16 anos de prisão

Vítima morreu em uma ambulância depois de ser espancada e esfaqueada

Clayton Neves | 04/05/2022 15:19
Após quatro anos, segundo réu por matar jovem a facadas pega 16 anos de prisão
Dênis Henrique durante julgamento na manhã de hoje. (Foto: Henrique Kawaminami)

Após sessão de julgamento que começou às 8h30 desta quarta-feira (4), Dênis Henrique do Nascimento, de 33 anos, vulgo "Irmão Ripiado PCC", foi condenado a 16 anos e seis meses de prisão pelo assassinato de Jenenffer de Almeida, em março de 2018. A sentença foi dada 4 anos depois de a vítima ser morta por espancamento e facadas.

Após quatro anos, segundo réu por matar jovem a facadas pega 16 anos de prisão
Objetos e bíblia encontrados na bolsa da vítima (Foto: Saul Schramm)

No entendimento do conselho de sentença, Dênis foi condenado pelo crime de homicídio qualificado por meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Em setembro de 2019, o comparsa dele, Douglas Aparecido Cardoso, de 33 anos, o "Irmão Baleado", foi julgado e condenado a 16 anos de prisão.

Consta no processo que os dois são acusados utilizaram  instrumento cortante para matar Jenenffer. Segundo as investigações, eles vieram de São Paulo para Campo Grande e vendiam drogas na região do Nova Campo Grande. Jenenffer de Almeida era usuária.

Ao juiz, Dênis contou que morava com Douglas na época do crime, no Jardim Carioca, mas negou participação no homicídio, afirmando que havia se mudado da residência e não conhecia a vítima. No entanto, uma namorada de Douglas, à época dos fatos, presenciou os dois voltando ensanguentados na madrugada em que ocorreu o crime, 26 de março.

Dênis diz que não sabe de onde a jovem tirou isso, mas o inquérito policial relata que os investigadores encontraram roupas sujas de sangue no imóvel onde a dupla morava.

Caso - Equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros foram acionados por moradores que ouviram gemidos e encontram a mulher caída reclamando de frio e pedindo por socorro. Ela apresentava sinais de espancamento, cortes pelo corpo, rosto e não resistiu.

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