A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

04/04/2011 11:18

Decon e Iagro apreendem queijo transportado irregularmente na BR-163

Ítalo Milhomem e Paula Vitorino
Queijo apreendido pela Decon e Iagro sem nenhum cuidado de higiene. (Foto: João Garrigó).Queijo apreendido pela Decon e Iagro sem nenhum cuidado de higiene. (Foto: João Garrigó).

A Decon (Delegacia Especializada de Atendimento ao Consumidor) e a Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) apreenderam na manhã desta segunda-feira (4), cerca de 160 peças de queijo caseiro durante ação de fiscalização de produtos manipulados de origem animal destinado a venda. A fiscalização é realizada na BR-163, em Campo Grande.

O queijo era transportado na carroceria de uma caminhonete Silverado, dentro de uma caixa d'água, sem cobertura nenhuma, exposto ao sol e chuvas.

Os produtos de origem animal, como o queijo apreendido nesta segunda-feira, devem ser transportados em caminhões refrigerados, além de serem manipulados em locais que tenham a fiscalização dos serviços de inspeção sanitária, autorizado pelos órgãos competentes.

O fiscal do Iagro, Ivan Garcia de Freitas alertar que se fosse feita a análise destes queijos apreendidos todos eles estariam contaminados com bactérias, que poderiam causar aos consumidores diarréias e até mesmo a contaminação de brucelose e tuberculose.

De acordo com Delegado da Decon, Adriano Garcia, o motorista afirmou que o produto foi fabricado em uma fazenda no município de Sidrolândia e seria fornecido para venda em um supermercado na avenida Calógeras em Campo Grande.

Como não há notas fiscais que comprovem o destino final do produto, a Decon e o Iagro não podem autuar o estabelecimento que venderia o queijo impróprio, porém ele ressalta que quem deve realizar a fiscalização nos estabelecimentos são as vigilâncias sanitárias de casa município.

A polícia não divulgou o nome do condutor da caminhonete, mas ele será enquadrado na legislação de proteção ao consumidor, que proíbe a venda de produtos impróprios para consumo humano. A pena para o crime é de 2 a 5 anos de prisão, além de multa.

O queijo apreendido será destruído ainda hoje pelos fiscais da Iagro.

Fiscalização- A operação de fiscalização destes produtos é considerada de rotina pelas autoridades e neste caso foi realizado na segunda-feira porque é o período que os fornecedores do interior distribuem as mercadorias para os estabelecimentos na Capital.

Em 2010 foram apreendidas e destruídas 24 toneladas de produtos manipulados de origem animal. Garcia revela que as operações deveram continuar durante o ano para inibir a comercialização de produtos impróprios para o consumo.

Garcia orienta para que os consumidores olhem as embalagens e identifiquem se os produtos têm procedência e se eles foram fiscalizados pelos órgãos competentes.

“As pessoas que vão comprar os produtos têm que observar se consta um dos selos da fiscalização na embalagem. O SIF (Serviços de Inspeção Federal), o SIM (Serviço de Inspeção Municipal) ou o SIE (Serviço de Inspeção Estadual). Estes selos garantem que os produtos foram feitos com as condições mínimas de higiene” explica o delegado da Decon.



OO JULIO LIMA SERÁ QUE VC NÃO DEU ANTES DO QUEIJO UM PRODUTO IMPORTADO, ENLATADO OU SEJA COMPRADO EM UM CONCEITUADO ESTABELECIMENTO!!!, VC FEZ ANÁLISE NO QUEIJO SEU. SE FOSSE ASSIM AS PESSOAS DA ZONA RURAL JÁ TINHA MORRIDO TODAS DOENTE,!!! E É O CONTRÁRIO MORRE MAIS GENTE COMENDO PORCARIA DA CIDADE DO QUE DA ZONA RURAL.
 
tiago silva em 12/04/2011 06:05:00
as críticas e elogios são sempre bem-vindos, aos nobres policiais e fiscais que ficam o dia todo no sol, para tentar proteger os consumidores de alimentos impróprios para consumo. A quem defenda o proprietário do queijo caipira, da manteiga, do leite, e há quem acredita ser certo as apreensões. Só queria expor a seguinte opinião no que concerne a saúde pública, há mesmo quem nunca tenha ficado doente com queijos, leite e outros derivados, trazidos pela vovó e pelo vovô, porém ali o que se trata é de produto alimentício sendo trazido sem as mínimas condições de higiene, a céu aberto em carrocerias de veículos sujos e "aporcalhados" para revendas em mercados da Capital, Mercadão Municipal e outros estabelecimentos, alimentos estes que trazem contaminações à população, pois quem já não teve derrepente uma diarréia inexplicável, vômitos e dores na barriga e até outros sintomas, infecções alimentares não vem do nada.
Então população certos alimentos contaminados também podem se tornar "drogas fatais" no seu organismo e inclusive de seus filhos. É só um desabafo.
 
Linden Lane Braga Werner em 05/04/2011 09:42:02
Olá eu acho que esta apreensão deveria ser mais rigorosa ainda, e deveria ser de "MAMANDO A CADUCANDO" OU SEJA DESDE OS PEQUENOS ESTABELECIMENTOS ATÉ OS MAIORES", ja tive a decepção de comprar carne embalada a vácuo e quando abri o pacote estava totalmente PODRE , e pior que foi na vespera de natal e no horario que ja tinha fechado o supermercado, MAS AINDA ASSIM AINDA TEM MUITAS COISAS ERRADAS, PADARIA COM SELF SERVICE-ATENDIMENTO PROPRIO - ONDE CLIENTES VEM DE FORA, PEGA NOS PEGADORES, MUITAS VEZES JA VI PESSOAS DERRUBANDO OS PEGADORES EM CIMA DOS PAES, JA VI PESSOAS APERTANDO OS PAES PARA VER SE "TA QUENTINHO" , E A HIGIENE COMO FICA? FORA QUE MUITOS PERECIVEIS VÃO PARA OS CARRINHOS E CESTAS "VIAJAM" DENTRO DO SUPERMERCADO E QUANDO A PESSOA DESISTE DE LEVAR ELES ACABAM VOLTANDO PARA O LOCAL DE ORIGEM.
 
shirley cruz silveira em 05/04/2011 09:08:02
parabens a todos voces pois a fiscalização tem continuar não e so com queijo, mas em todos os supermercados de campo grande, mas a coisa tem que ser bem rigorosa, para evitar essa farra de carregar alimentos de qualquer jeito e vender em grandes supermercado da capital não so ooctaod acima mais em outros tambem.
 
elisena marcos galache em 05/04/2011 08:52:35
Estão tratando o produtor rural como traficante, nunca vi ninguem morrer por comer queijo caipira, nunca vi ninguem morrer por comer pão de queijo, sopa paraguaia ou chipa, tudo feito com queijo caipira. Já vi gente morrer por consumir cocaína, crak e outras drogas. Algumas pessoas sem base e sem opnião própria discutem a respeito de um produto que sustenta famílas dignas, que trabalham de sol a sol para sustentar os filhos e para manter este pais de pé. Além de tudo se preocupam em sabem quem vai vender quem esta vendendo, todo mundo vende mesmo... da mesma forma que o queijo caipira é feito sem fiscalização, o salgado que você come nas ruas também é, nem por isso o tiozinho do boteco é preso, ou é? nunca vi...
Então creio que antes de julgar e diflamar os trabalhadores dignos, deviamos olhar para nossas casas da lei, para nossa camara municipal, nossa assembleia legislativa, senado e outros orgãos onde a corrupção e o crime lesam diretamente o bolso do cidadão e os cofres do país. É lamentável ler este tipo de disculssão que se passa neste site.
Um juiz ouve as duas partes antes de julgar e dar uma sentença!
 
Paulo Barbosa em 05/04/2011 08:43:03
Eu acho que cada um sabe o que e onde compra. Nesse tipo de estabelecimento, não precisa nem olhar a cozinha pra ver a sujeira... Se o que está diante de nós é sujo, imagine onde ninguém vê!!! Não adianta ficar reclamando do estabelecimento x ou y, basta comprar em outro lugar...
 
Luciana Seraphim em 05/04/2011 08:32:39
Como podemos julgar esta apreenção? Será que estes queijos foram "largados" pelo produtor ou pela fiscalização? Será que só os caipiras são maus produsidos?
Não devemos esquecer o caso dos leites "longa vida", que além de serem maus produsidos eram completamente ADULTERADOS só para frisar "ADULTERADOS".
Eu já trabalhei em uma indústria te garanto que lá não é um exemplo de higiene, tinha até certificado da Seretaria da Agricultura e tudo mais (como selo ISO), agora esses fiscais mostram algumas imagens do pós apreenção e vem falando que os mesmo estão impróprio para o consumo. Para mim estes queijos foram apreendidos pois não pagam (a porcaria) de imposto.
 
Wilson dos Santos em 05/04/2011 08:14:45
Impresionante como as pessoas sao hipocritas, nunca vi uma aprensao de drogas ter tantas criticas como nesta apreensao que esta ferrando um trabalhador. Sera que nao seria melhor procurar saber porque o poder publico nao da incentivo para que o produtor rural tenha melhores condicões de trabalho, ou é melhor critica-lo e apoiar o cara que planta maconha para destruir nossas familias?
 
Abdo Salomao Jamil em 05/04/2011 02:56:10
Concordo com o colega acima.... É dever do estado fornecer o nome dos estabelecimentos comerciais que fazem este tipo de coercialização.

Até como medida cautelar à nossa saúde...

Agora é apurar os fatos e punir severamente os culpados.....

Ou vai acabar tudo em pizza????? Na base dos "quatro queijos"

 
Nelson Esteves Póvoa Jr em 04/04/2011 12:36:28
Tem que colocar claramente quais estabelecimentos adquirem esse tipo de alimentação.
Tem que colocar em alto e bom letreiro.
Só a fiscalização não basta. Tem que o povo saber quais os mercadinhos de picaretagem.
E ai nenên..... deixa que o povo faz a reviravolta e eles param de quererem ser os espertalhões
 
Orlando Lero em 04/04/2011 12:22:00
Excelente atuação do IAGRO e DECON. Espero que continuem com fiscalização ativa no nosso estado, pois todos sabem que é muito grande a comercialização de pordutos que não passaram por inspeção Federal, Estadual e Municipal. Principalmente produtos oriundos de propriedades rurais do interior do estado.
 
Murillo Casavechia em 04/04/2011 12:08:02
Parabéns mais uma vez pelo trabalho sério e competente desta delegacia juntamente com o Iagro...
 
ana cristina em 04/04/2011 11:41:22
Conheço pessoas que trabalharam nos dois mercados que tem o mesmo proprietário e as informações sobre o manejo dos frios (super baratos por sinal) não é nada higiênica. Inclusive com retalhos de frios caindo no chão e depois colocados na bandeja como se nada tivesse acontecido.
 
Jose Igatoro em 04/04/2011 10:16:54
Parabéns a fiscalização do Iagro. Ainda estou esperando que a Vigilância Sanitária Municipais sejam mais atuantes, e que o consumidor também entenda o quão importante é prestar atenção na qualidade dos produtos consumidos. Só assim os estabelecimentos que investem e se preocupam em produzir um alimento de qualidade serão beneficiados e não precisarão se preocupar com a concorrência desleal deste tipo de produto. Estamos esperando este tipo de ação na Feira Livre de Dourados!
 
Louize Ranzi em 04/04/2011 10:02:13
Tá certo. Devemos só comer produtos com anabolizantes, veneno para matar pragas e com muito remedio.
 
JOSÉ PEREIRA FILHO em 04/04/2011 09:15:38
A CULPA E NOSSA,CRITICAMOS HOJE E ACEITAMOS AMANHA NOVAMENTE COMO
NADA ESTIVECE OCORRIDO.
LEMBRE-TE SOMOS BRASILEIROS.
NAO AMERICANOS.
 
ivanildo silva em 04/04/2011 08:08:36
ALEM DOS QUEIJOS TEM MAIS ALGUMA COISA PODRE NESTA ESTORIA. O QUE É??? EU DIGO: A NÃO DIVULGAÇÃO DO NOME DO ESTABELECIMENTO AONDE SERIA COMERCIALIZADO TODA ESTA PORCARIA. ALGUEM ESTA PROTEGENDO OU OCULTANDO, DELIBERADAMENTE, O NOME DE TAL SUPERMERCADO NA RUA CALOGERAS. É CLARO QUE O SUJEITO QUE ESTAVA TRANSPORTANDO TODA ESTA " MER....CADORIA" SABIA MUITO BEM ONDE IA ENTREGAR. POR QUE ENTÃO NÃO DIVULGAR O NOME DO ESTABELECIMENTO? TAMBÉM, É CLARO, QUE NÃO DEVE SER A PRIMEIRA REMESSA ASSIM TRANSPORTADA. PORTANTO, O CONSUMIDOR, CONTINUARA A CONSUMIR PRODUTOS QUE COLOCAM TODA A SOCIEDADE EM RISCO DE DOENÇAS GRAVES.
SENHORES FISCAIS DO IAGRO E DA DECON, PARA COROAR DE EXITO ESTA OPERAÇÃO E PARA QUE NÃO PAIRE QUALQUER DUVIDA SOBRE A LISURA DA ATUAÇÃO DE V.SAS, POR FAVOR, DIVULGUEM O NOME DO ESTABELICIMENTO QUE PRATICA ESTE TIPO DE SACANAGEM COM O CONSUMIDOR.
 
Jose Roberto em 04/04/2011 07:20:03
Sr João de souza, gostaria de dizer, que apesar de você nunca ter ouvido falar de alguem morreu por ter consumido produtos do mercadão, muitas vezes o consumo de produtos contaminados pode trazer uma serie de doenças. Há cerca de cinco anos levei pra casa um queijo caipira, meus filhos comeram e em pucas horas estavam com uma seria intoxicação alimentar, foram ate hospitalizados, acredito que nenhum pai gostaria de passar pela situação que eu passei, portanto a fiscalização deve ser rigorosa em TODOS os estabelecimentos.
 
Julio Lima em 04/04/2011 05:30:52
Tem que ter fiscalização sim; mas isso e uma minoria e até hoje nao vi falar de nenhum vivente que comeu queijo ou doce no mercadao municipal tenha morrido por isso; e é bom que se saiba que nem as industrias bonitinhas sao tao limpas como se parece.......
 
Joao M de Souza em 04/04/2011 04:28:53
Produto clandestino tem que ser apreendido sim.....agora espera aí .... a população precisa decidir de que lado está e o que quer.

Já vi equipe de fiscalização ser maltratada no mercadão por estar apreendendo queijo e linguiça.

O campograndense precisa decidir ou vive no mato ou na cidade...na civilização os produtos precisam estar dentro da Lei.
 
Juarez Souza em 04/04/2011 03:38:10
E ai gente tem que publicar no nome desse estabelecimento, apesar que da para imaginar qual é, mas precisamos ter certeza, e fazer alguma coisa pois nos BRASILEIROS somos muito descançados e de memoria curta daqui uns dias nem lembramos mais disso, VAMOS MUDAR MINHA GENTE, SO ASSIM NOSSO PAÍS PODERA SER UM PAÍS MELHOR E DE DIGNIDADE!
 
Andréia Barbosa em 04/04/2011 03:37:11
Queijo baratinho ..... ou com BARATINHA?
 
Orlando Lero em 04/04/2011 03:10:45
qual o destino desta apreensão? como é destruído?
 
marcos szukala em 04/04/2011 02:36:21
É uma vergonha, uma nojeira, uma...... tudo de pior que se imagina, é ver como são preparados os queijos, e outros derivados de leite, tipo requeijão, doce de leite, e outros, nas fazendas de MS. O queijo, eu ví sendo preparado na mangueira ou curral, onde são ordenhadas as vacas, no meio de lama com estrume, corda de bezerro suja, mãos sujas do peão, etc. barro, moscas (verdes, pretas, de todas as cores), carrapatos e rabos de vacas sujos, pelos dos animais, etc. O queijo é espremido em tabuas, no proprio mangueiro, o leite é coalhado em latões, em meio a sujeira, dentro da mangueira, o queijo é curado em tabuas suspendsas, proximas ao telhado, nas mangueiras.
Olhem, não dá para explicar os detalhes da imundicie, mas eu jamais como queijo caipira, e os doces adquiridos no mercado municipal e no alemão......
Desculpem, mas as unidades sanitárias não têm noção, nem sabem a verdadeira função que deveriam desempenhar, é só cabide de emprego.
 
Antonio Netto em 04/04/2011 02:36:20
Qual a origem dos queijos tipo"caipira" vendidos no mercadão municipal,não tem selo nenhum, e só porque é do mercadão pode?
 
darci casara em 04/04/2011 02:17:46
Precisam divulgar para qual estabelecimento estavam indo esses alimentos, mas mercado na avenida Calógeras, só pode ser o Alemão...
 
Juliana Pereira em 04/04/2011 01:58:15
Parabéns as equipes de fiscalização, porém concordo com o que já foi dito, é necessário informar o nome dos estabelecimentos que fariam as compras dessa mercadoria. Assim a própria população tem condições de fazer um boicote a esses lugares. Pois o maior prejuízo não é deixar de receber essa carga, pois outras virão, o pior é o comerciante perder vendas!
 
Simone Ferreira em 04/04/2011 01:52:47
Por isso que o Alemão vende queijo baratinho baratinho....
 
Ricardo Saldanha em 04/04/2011 01:28:35
Só de dizer que o queijo era destinado à um supermercado da Av Calogeras, já dá até pra desconfiar qual é, pois o mesmo ja sofreu ate fiscalização tributaria. Se a população prestasse mais atenção não compraria lá, porque já cansei de comprar frios de aspecto rançoso e com prazo de validade vencido. Os bons preços atraem o consumidor, mas é baseado em produtos de má qualidade e concorrência desleal.
 
Julio Lima em 04/04/2011 01:18:36
Desde que o Mundo é Mundo, se faz queijo dessa maneira, e no processo ele tem que "CURAR" para ser vendido.

Será que isso merece um cartaz tão grande???/
 
Antonio Marques em 04/04/2011 01:15:57
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions