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Artesãos querem espaço na Cidade do Natal para feira permanente de arte

Por Ricardo Campos Jr. e Yarima Mecchi | 28/01/2017 10:16
Artesãos reunidos na Câmara Municipal com prefeitos e secretários (Foto: Yarima Mecchi)
Artesãos reunidos na Câmara Municipal com prefeitos e secretários (Foto: Yarima Mecchi)

Artesãos de Campo Grande reivindicam a transformação da decadente estrutura da Cidade do Natal em um espaço permanente de arte e cultura. Representantes da categoria lotaram, neste sábado (28), o auditório do plenário da Câmara Municipal em uma reunião com o prefeito Marquinhos Trad (PSD); o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Luiz Fernando Buainaim; e a secretária de Turismo e Cultura, Nilde Brum.

Em um primeiro momento, os profissionais pleiteiam a realização de uma grande feira no espaço atualmente abandonado, localizado nos altos da Avenida Afonso Pena.

A proposta é começar o evento no dia 19 de março, quando se comemora o Dia do Artesão. A duração e horários ainda não foram definidos. Seriam reunidos em um mesmo lugar os trabalhos manuais, gastronomia, artes plásticas e outras manifestações artísticas. Uma das ideias apresentadas é que o encontro seja realizado de 15 em 15 dias.

Buainaim afirmou que o papel da secretaria pela qual ele é responsável é dar fomento ao projeto. “Eles têm que vender e essas vendas geram emprego e renda. Eles se encaixam como MEI (Micro Empreendedores Individuais) e temos que ver as lacunas e trazer gente de fora para gerar emprego, além de estimular quem é daqui. Vamos dar suporte”, garantiu.

Já Nilde adiantou que a Cidade do Natal está na lista de espaços que devem ser restruturados pela atual gestão, juntamente com a Praça dos Imigrantes, Esplanada Ferroviária e Praça do Rádio Clube. “Nesse primeiro momento vamos ter que priorizar as ações, não tem como abraçar todo mundo”, explicou.

Para a Cidade do Natal, a secretária vai conversar com Rudi Fiorese, titular da Seintrha (Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação), para a realização de reformas nos bangalôs com materiais mais resistentes, ecológicos que deem mais conforto térmico e de luminosidade para quem for utilizá-las.

Em seu discurso, Marquinhos falou da importância dos artesãos para a cidade, disse que todos serão ouvidos e que pretende atender todas as demandas, embora a reunião de hoje seja o primeiro encontro para tratar do assunto.

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