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Capital

Assassina disse à polícia que manchas encontradas em colchonete eram de cachorro

Colchonete foi apreendido e passará por perícia; autora está presa

Por Kerolyn Araújo | 25/11/2020 08:58
Policiais no local onde restos mortais foram encontrados. (Foto: Kísie Ainoã)
Policiais no local onde restos mortais foram encontrados. (Foto: Kísie Ainoã)


A DEH (Delegacia Especializada de Repressão aos crimes de Homicídios) vai investigar se as manchas encontradas em um colchonete na casa da massagista Clarice Silvestre de Azevedo, 44 anos, são sangue de Marco Antônio Rosa Borges, 54 anos. O chargista foi esfaqueado, esquartejado e teve o corpo queimado pela assassina.

Durante as investigações, antes de ser presa, Clarice disse à polícia que não se encontrou com Marco Antônio no sábado (21), dia do desaparecimento. Ele teria faltado a sessão de massagem que estava marcada.

Equipes da Polícia Civil foram à casa da mulher, no Bairro Monte Castelo, e encontraram um colchonete, que havia sido lavado, no banheiro. Ele tinha manchas semelhantes a sangue.

Segundo a autora, ela lavou o colchonete após o cachorro de estimação vomitar e expelir sangue nele.

Assassina confessa - Clarice procurou a Polícia Militar de São Gabriel do Oeste, por volta das 12h40 de ontem (24), e confessou o crime, dando detalhes de como matou e onde havia desovado o corpo da vítima.

À polícia, Clarice disse que empurrou Marco da escada após levar dois tapas no rosto. Ele bateu a cabeça e desmaiou. Então, foi esfaqueado até a morte.

Depois, a mulher saiu, foi para um bar ao lado de caso e, quando voltou, esquartejou o corpo da vítima, colocando em sacos de lixo e depois em três malas. Elas foram jogadas e queimadas no quintal de uma casa desocupada no Bairro Corcovado.

Buscas- Nesta manhã, equipes da DEH fizeram buscas nas casas dos filhos de Clarice, no Bairro Coophavila II, em Campo Grande. Por enquanto não há informação se alguma coisa foi apreendida nos dois endereços.


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