ACOMPANHE-NOS    
AGOSTO, SEXTA  14    CAMPO GRANDE 29º

Capital

Assassino de Carla estava com lençol sujo de sangue

Marcos foi encontrado por policiais do Choque e depois a Delegacia de Homicídio assumiu a diligência

Por Adriano Fernandes e Marta Ferreira | 14/07/2020 22:15
Lençol ensanguentado encontrado na casa do suspeito. (Foto: Direto das Ruas)
Lençol ensanguentado encontrado na casa do suspeito. (Foto: Direto das Ruas)

Um cenário de horror foi encontrado na residência de Marcos André Vilalba Carvalho, de 21 anos, assassino confesso da jovem Carla Santana Magalhães, de 25 anos. O imóvel fica na Rua Nova Tiradentes, mesma onde a jovem foi encontrada morta três dias depois de ser sequestrada pelo rapaz. Marcos era vizinho da vítima, mas o que motivou o crime ainda não foi revelado pela polícia.

Ao ver a aproximação da viatura policial nesta terça-feira (14), o rapaz teria saído correndo, mas foi contido pelos agentes no corredor da residência. No endereço, os policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar se depararam com manchas de sangue em um lençol e até em uma máscara de tecido.

Marcas de sangue também foram encontradas em um pedaço de pano que estava no bolso do criminoso. O sangue, possivelmente é de Carla, mas só exames periciais poderão afirmar com precisão. Ao ser questionado sobre as manchas encontradas no local, ele teria dito que o sangue era seu.

Local onde o criminoso morava. (Foto: Direto das Ruas)
Local onde o criminoso morava. (Foto: Direto das Ruas)

Após o flagrante Marcos foi levado para a DEH (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios), onde confessou o crime. A Polícia Civil já pediu a decretação da prisão dele, por feminicídio.

A ordem foi acatada pelo juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri. Conforme levantado, Marcos não tinha relacionamento com a vítima.

Crime brutal - Carla foi raptada no dia 30 de junho, uma terça-feira, na frente de sua residência ao voltar do mercado.

O corpo só foi encontrado na esquina da casa dela, na varanda de um comércio, três dias depois do sequestro. O cadáver estava sem roupas e com sinais de tortura.

Mais informações sobre a investigação serão reveladas pela DEH (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídio), nesta quarta-feira (15).