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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

31/08/2016 19:07

Ato para comemorar impeachment reúne poucos participantes na Capital

Nyelder Rodrigues e Guilherme Henri
Carreata reuniu poucas pessoas e seguiu trio elétrico na Afonso Pena (Foto: Marcos Ermínio)Carreata reuniu poucas pessoas e seguiu trio elétrico na Afonso Pena (Foto: Marcos Ermínio)

A manifestação marcada para o início da noite desta quarta-feira (31) em comemoração ao afastamento definitivo de Dilma Rousseff (PT) da presidência da República reuniu poucas pessoas em Campo Grande, com uma carreata puxada por um trio elétrico e seguido por apenas seis carros na avenida Afonso Pena.

O ato começou no Obelisco - esquina com a rua José Antônio - e seguiu até as proximidades do Shopping Campo Grande. Os participantes levaram bandeiras do país, de movimentos pró-impeachment e estavam vestidas de verde e amarelo, como é praxe.

Além disso, foi cantado o Hino Nacional e também marchinhas carnavalescas em alusão à cassação de Dilma. Fogos de artifício foram usados pelos participantes para chamar à atenção e extravasar a alegria pelo impeachment da petista.

Entre os participantes, está o presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) no Estado, Mansour Karmouche. "Essa situação já é uma página virada na história do Brasil. Embora tenha essa comemoração, as pessoas tem que estar cientes que precisam cobrar do atual presidente da República efetividade no trabalho. Ele precisa saber que há regras a seguir".

Quem também acompanha o pequeno comboio de carros é uma das líderes mais ativas dos movimentos Reaja Brasil e Pátria Livre, Sirlei Ratier. "Esse é um momento histórico para o Brasil e essa carreata significa o fechamento de uma etapa. A lu está longe de acabar, mas é uma vitória", destaca a manifestante.

Sirlei ainda frisa que a luta dos movimentos deve ser no sentido de punir por completo Dilma, tendo ela também que perder os direitos políticos, já que o julgamento foi desmembrado e Dilma segue podendo exercer funções públicas.

"Esta carreata é como se fosse um grito de liberdade", comenta outro participante, o engenheiro agrônomo José Olímpio, de 50 anos. Ele foi com o filho no ato, como fez em outras oportunidades.



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