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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

02/10/2015 21:17

Atraso de pagamento faz empreiteira parar obra de controle de enchente

Flávio Paes
Obras foram  retomadas em abril, após quase um ano de paralisação(Foto:ArquivoObras foram retomadas em abril, após quase um ano de paralisação(Foto:Arquivo

As obras de controle de enchente no Bairro Cidade Morena nesta sexta-feira voltaram a ser paralisadas porque a empreiteira não conseguiu receber duas medições já atestadas, que somam um crédito de R$ 500 mil,  valor correspondente a 20% do custo total da obra, orçada em R$ 2.229,187 milhões, recursos do PAC, contrapartida municipal de R$ 376.137,00 do município, totalizando mais de R$2,5 milhões. É um saldo do PAC Linear Lagoa que a Caixa Econômica Federal autorizou a Prefeitura dar esta nova destinação.

Segundo informações de engenheiros da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Habitação, a empresa resolveu suspender os serviço temendo que a moratória do prefeito Alcides Bernal, que suspendeu os pagamentos por 90, também inclua também obras tocadas com recursos do PAC.  Na segunda-feira o secretário Amilton Cândido deve convocar a empresa para retomar o serviço porque a moratória só aplica aos projetos e obras tocados com recursos próprios da Prefeitura.

A obra é interrompida agora quando está sendo feita substituição da galeria pluvial que atravessa a Avenida Gury Marques. Por esta galeria é necessária para escoar até o Córrego Gameleira (logo abaixo) a enxurrada que desce do Cidade Morena, onde há população sofre com alagamentos porque na parte baixo bairro fica retida a água da chuva que desce das Moreninhas e Santa Felicidade. A tubulação antiga, com 1,20 metros de diâmetro, está sendo trocada por uma de 2,40, dobrando a capacidade de vazão.

Em abril do ano passado, a obra foi retomada  um depois, mas teve de ser interrompida para o projeto ser refeito porque a técnica usada - colocação de um tubo Armco por método não- destrutivo) - não deu resultado porque o solo é arenoso, forçado a colocação de galerias celulares (feitas de concreto), o que exigiu para a Caixa autoriza a reprogramação de recursos, porque o custo aumentou R$ 300 mil.

No total são 1.766 metros de rede de drenagem, compreendendo a que margeia e atravessa a Gury Marques. No bairro estão programadas obras nas ruas Campos do Jordão até a Israelândia; da Israelândia entre a Campos do Jordão e a Inconfidentes; rua Ubirajara Guarani entre a Israelândia e a Cana Verde; rua Jaguariúna entre a Floeral e a Ubirajara Guarani; rua Buenópolis entre a avenida Alto da Serra até a rua Cana Verde; travessa Gramados do seu início até a rua Buenópolis; prolongamento da rua Neferson Clair de Moraes. Esta drenagem vai ser conectada com as galerias já existentes para que a enxurrada não fique empoçada nestas ruas e nas vias de acesso ao bairro.



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