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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

13/08/2015 19:23

Avenida é fechada para divulgação de protesto contra Dilma e revolta motoristas

Alan Diógenes
Interdição foi feita com motos do Bptran. (Foto: Vanessa Tamires)Interdição foi feita com motos do Bptran. (Foto: Vanessa Tamires)
Organizador do protesto disse que conseguiu na Justiça autorização para os chamados. (Foto: Vanessa Tamires)Organizador do protesto disse que conseguiu na Justiça autorização para os chamados. (Foto: Vanessa Tamires)

Os manifestantes contra o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) fecharam a Afonso Pena novamente, no começo da noite desta quinta-feira (13), entre a Avenida Calógeras e 13 de maio, trecho considerado o "coração da cidade”, chamando a população para as manifestações em nível nacional, que vai pedir o impeachment da presidente, no próximo domingo (16). Motoristas que passaram pelo local ficaram revoltados pela interdição acontecer no horário de pico

Apesar de um alerta da Polícia Militar sobre a pertubação do sossego, o grupo conseguiu na Justiça autorização para o evento, que conta com trio elétrico e caixas de som. A interdição começou por volta das 17h30. Motocicletas do Bptran (Batalhão de Polícia Militar de Trânsito) e da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) faziam o bloqueio para que os demais veículos não passassem.

Motoristas que subiam a Afonso Pena sentido Shopping Campo Grande tiveram que desviar à direita na Calógeras e quem vinha no sentido oposto teve que dobrar a esquerda na 13 de maio.

O trânsito ficou lento nas principais vias da cidade como: 15 de Novembro, 7 de Setembro, Barão do Rio Branco, Dom Aquino e Fernando Corrêa da Costa. Houve congestionamento e os motoristas reclamaram.

Aldo José dos Santos, 56 anos, disse que a interdição deveria acontecer em horário de menor fluxo de veículos e não no horário de pico. “Tinham que definir um horário melhor para evitar acidentes de trânsito. Isso aqui está um caos”, comentou.

 

 

Motorista se incomodou com congestionamento, mas é a favor do protesto. (Foto: Vanessa Tamires)Motorista se incomodou com congestionamento, mas é a favor do protesto. (Foto: Vanessa Tamires)
Aldo falou que chamado deveria ocorrer fora do horário de pico. (Foto: Vanessa Tamires)Aldo falou que chamado deveria ocorrer fora do horário de pico. (Foto: Vanessa Tamires)

Revoltado, o taxista Vitor Hugo falou que a interdição é “uma pouca vergonha” e "falta de respeito" com os cidadãos. O auxiliar de comércio Danilo Gomes, 23, teve que ficar esperando mais de cinco minutos em cima de sua motocicleta o trânsito fluir. “Um absurdo, a gente sai cansado do serviço e ainda tem que enfrentar mais essa".

Apesar de se incomodar com o congestionamento, o comerciante Sérgio Isaque, 55, é favor do protesto. “Acho válido porque nosso país está abandonado e não pode ficar como está”, finalizou.

Um dos organizadores do protesto de domingo na Capital, o servidor público Vinicius Siqueira, 38, informou que a Justiça autorizou os chamados durante a semana, do horário das 17h às 19h30. Ele explica qual é o objetivo das ações.

“Trabalhamos com três polos de pressão para pedir a saída da Dilma. Ou ela cede ao apelo da população e renuncia ao cargo, ou pedimos o impeachment. Mais para isso é preciso de que a maioria dos deputados votem a favor. Ou seja, nossa ideia com o protesto é conseguir mais deputados a favor do impeachment. Também apostamos na impugnação da chapa da presidente pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral)", destacou Vinicius.

O grupo se reuniu em um movimento nacional em maio deste ano, no Senado Federal, em Brasília, para organizar a manifestações contra a presidente. Vinicius afirma que o movimento é democrático sem filiação partidária.

Para alugar o trio elétrico, os manifestantes contaram com a ajuda de lojistas da Capital, empresas do setor da construção civil, advogados e demais segmentos.

Trio elétrico foi alugado com ajuda de empresas a favor da causa. (Foto: Vanessa Tamires)Trio elétrico foi alugado com ajuda de empresas a favor da causa. (Foto: Vanessa Tamires)
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depois vem a agetran a pm e outros órgãos querendo ensinar educação no transito. Não sou contra a manifestação, mas fechar uma avenida desse porte no horário de pico ai já é brincadeira né! Com certeza a pessoa que autorizou essa coisa ridícula não foi prejudicada pelo transtorno causa por esse caminhão atravessado na rua. Vamos protestar mas tudo tem limite, depois vira baderna ai os comerciante vão reclamar dos quebra quebra. Acorda povo
 
Alex André de Souza em 14/08/2015 11:50:18
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