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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

10/08/2011 18:50

Bandido dá 2 tiros e rouba bolsa com R$ 17,5 mil na entrada de banco

Nadyenka Castro e Ana Paula Carvalho

Jovem iria depositar dinheiro que pertence a correspondente bancário. Ninguém ficou ferido

Um dos tiros disparados pelo ladrão transfixou o vidro e ficou alojado no teto do banco. (Foto Simão Nogueira)Um dos tiros disparados pelo ladrão transfixou o vidro e ficou alojado no teto do banco. (Foto Simão Nogueira)

Danos causados por dois tiros e roubo de bolsa com R$ 17,5mil. Estes são os resultados do assalto ocorrido às 16h25min desta quarta-feira, na agência do banco Bradesco localizada na rua Palmácea, Moreninha, em Campo Grande.

O montante estava com Karyna Coinete Monteiro, 22 anos, funcionária da Conta Fácil, empresa que é correspondente bancário do Bradesco.

Ela saiu da Conta Fácil, que fica em frente à agência, atravessou a rua e quando entrava no banco para depositar a quantia, foi abordada pelo bandido.

O assaltante a rendeu, disparou um tiro no chão e outro que acertou o vidro e o telhado da agência. Em seguida, fugiu com a bolsa onde estava o dinheiro.

Ele seguiu a pé até uma rua após a Palmácea, onde um comparsa o aguardava em uma motocicleta Yamaha YBR de cor escura. O assaltante então subiu na garupa da moto e os dois fugiram. A PM (Polícia Militar) fez buscas pela região, mas, nenhum suspeito foi localizado.

De acordo com o delegado Wellington Oliveira, da 4ª Delegacia de Polícia Civil, os tiros provavelmente são de pistola ponto 40. Um projétil foi apreendido no local e será periciado.

Policiais recuperaram projétil que ficou alojado no chão da entrada do banco. (Foto: Simão Nogueira)Policiais recuperaram projétil que ficou alojado no chão da entrada do banco. (Foto: Simão Nogueira)

Segundo o delegado, há suspeitas que os criminosos já conheciam a rotina de depósitos feitos pela Conta Fácil e hoje decidiram agir.

Para o diretor das Federações de Bancários de Mato Grosso do Sul e São Paulo José dos Santos Beto Filho, é preciso acabar com o funcionamento dos correspondentes bancários.

Ele diz que os bancários não concordam com estas lojas porque há muitas e a segurança é pouca. Pois o dinheiro que é movimentado lá tem que ser depositado na agência e quando o funcionário sai com o montante fica vulnerável a ação de bandidos.

José dos Santos disse que no próximo dia 16 haverá audiência pública em Brasília para tentar derrubar a resolução do Banco Central que autorizou o funcionamento dos correspondentes.

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Sr. Paulo José, por que antes de querer extinguir o Conta Fácil, o sr. como diretor das Federações de Bancários, não melhora o atendimento aos clientes, por mais funcionário para melhor atender as pessoas, a Conta Fácil surgiu devido ao péssimo atendimento que os Bancos prestam, Não se esqueçam que sem os clientes os Bancos não exestiriam, então já passou da hora dos banqueiros respeitar mais seus correntistas e usuários. Ah! nos Bancos também não há segurança.
 
gloria aparecida em 10/08/2011 10:04:42
os correspondentes fazem serviço de banco, os caixas ganham uma miséria, nao tem os benefícios dos bancários (plano saude, tickets, vale supermercado) entre outros.
Além de tudo isso ainda se sujeitam a carregar dinheiro por uma economia de carro forte.... uma lástima... Brasil... país das oportunidades (para os espertos)......os lotéricos sao iguais... caixa da CEF ganha muito bem, enquanto um lotérico faz o mesmo serviço e?????? pobres coitados.......
 
Luiz Antonio em 10/08/2011 08:59:51
É porque tudo o que se faz neste pais, faz pela metade, porque uma empresa de segurança nao recolhe o dinheiro como se faz em outros lugares e ate em bancos? este locais sao muinto uteis a população.
 
João de souza em 10/08/2011 08:58:58

Comissão da Câmara marca audiência sobre correspondentes para 16 de agosto em Brasilia.

O PDL suspende a aplicação dos artigos 1º a 21º, dos incisos I e II do artigo 22, e do inciso II do artigo 23 da Resolução 3.954, de 24 de fevereiro de 2011 do Conselho Monetário Nacional (CMN). Em sua justificativa, o projeto pede a anulação de medidas que transformaram o correspondente em "verdadeira filial do banco".

"Na audiência pública, vamos mostrar aos deputados e à sociedade a necessidade de barrar essas resoluções do Banco Central, pois discriminam o atendimento bancário, trazem insegurança, representam risco à proteção dos dados dos clientes e significam uma séria ameaça ao futuro da categoria bancária, uma vez que permitem aos bancos substituírem agências por correspondentes a um custo infinitamente menor", alerta Carlos Cordeiro, Presidente da Contraf-CUT, e um dos convidados pela CFT para a audiência pública. Também estão convidados o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, o autor do PDL, deputado Ricardo Berzoini, a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça, Juliana Pereira da Silva, e o presidente da Febraban, Murilo Portugal.

BC não pode legislar pelo Congresso

O projeto tramita em caráter ordinário. Depois de analisado e votado pela CFT será encaminhado para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). Após passar pelas duas comissões, o projeto vai à votação no plenário da Câmara.


Somos contra porque, os bancos usam os correspondentes para economizar em mão-de-obra. Isso porque, apesar de realizarem os mesmos serviços, esses trabalhadores não são reconhecidos como bancários e, por isto, não usufruem os direitos da categoria, conquistados em convenção coletiva. A resolução do BC "invade a competência exclusiva da União para legislar sobre Direito do Trabalho", diz o texto do PDL.


Fonte: Contraf-CUT
 
JOSE DOS SANTOS BRITO FILHO em 10/08/2011 07:43:49
Ohhh inocencia, de sair com dinheiro assim!! é pedir para ser roubado... nao tem seguranças nesses estabelecimentos para acompanhar a funcionária? que Mancada hein!!!
 
cristiane meira em 10/08/2011 07:43:33
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