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Campo Grande, Sábado, 20 de Julho de 2019

17/06/2019 10:10

Caravana da Saúde volta às origens e investe R$ 2 milhões em cirurgias

Atendimento volta a ser só de Oftalmologia para pacientes encaminhados, mas ação também vai receber demanda espontânea

Ângela Kempfer e Leonardo Rocha
Atendimento na manhã desta segunda-feira no Hospital Regional (Foto: Marina Pacheco)Atendimento na manhã desta segunda-feira no Hospital Regional (Foto: Marina Pacheco)

Só para cirurgias oftalmológicas, o governo estadual vai investir R$ 2 milhões em mais uma fase da Caravana da Saúde, aberta nesta segunda-feira no Hospital Regional, em Campo Grande. A expectativa é de 8 mil consultas, 24 mil exames e 2 mil cirurgias até o dia 5 de julho. 

O valor divulgado não contabiliza as consultas nem os mutirões na Capital e no interior, que continuarão até 2022. A próxima edição itinerante será da Caravana Indígena, para atender comunidades das aldeias.

Segundo o governador Reinaldo Azambuja, depois de abrir para outras especialidades, o projeto volta às origens em 2019. “Voltamos nesta edição priorizando o atendimento oftalmológico, porque ainda é a maior demanda”, justificou.

Os pacientes atendidos a partir de hoje no Hospital Regional são regulados. Ou seja, tiveram encaminhamento de outras unidades de saúde, inclusive, do interior. Mas quem aparecer de forma espontânea também será “encaixado”, informa a Secretaria de Saúde. O atendimento é feito de 8h às 17h.

São realizadas consultas e cirurgias de catarata, de remoção de pterígio (membrana que encobre o olho) e uma técnica chamada de yag laser, aplicada geralmente para corrigir cirurgias de catarata, porque após esse tipo de intervenção costuma ocorrer um grande percentual de pacientes com membrana do olho fica opaca.

O governador Reinaldo Azambuja também anunciou que em julho outras ações na área de saúde serão lançadas, em parceria com o governo federal. O ministro da saúde, Henrique Mandetta, já confirmou agenda para assinatura de convênios no mês que vem, mas o governo não detalha que investimentos virão para o Estado.

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