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Campo Grande, Sábado, 20 de Janeiro de 2018

28/02/2013 08:47

Ceasa de Campo Grande está sem limpeza desde dezembro

Viviane Oliveira
Logo na entrada o cartaz alerta sobre a dengue. Todos juntos contra a dengue. (Fotos: Simão Nogueira)Logo na entrada o cartaz alerta sobre a dengue. "Todos juntos contra a dengue". (Fotos: Simão Nogueira)

Em época de epidemia de dengue, os produtores e comerciantes que trabalham no Ceasa (Central de Abastecimento), na rua Antônio Rahe no bairro Mata do Jacinto, em Campo Grande, reclamam da sujeira que se acumula no local e da falta de limpeza. Em uma área de 10 hectares o que não falta é restos de produto orgânicos.

O presidente do Ceasa, Jaime Balejo, disse que a última limpeza em toda aárea foi feita em dezembro do ano passado e já solicitou junto a Seintrha (Secretaria Municipal de Infraestrutura Transporte e Habitação), uma limpeza no local, mas que até agora não obteve resposta.

De acordo com um dos comerciantes, que tem um boxe há 5 anos, os conteineres que existem no pátio não são suficientes para comportar todo o lixo que o Ceasa produz. “A gente se preocupa e já pedimos para administração uma solução”, destaca o rapaz de 27 anos, que pediu para não ser identificado.

Jaime explica que eles pagam uma taxa pelas 11 gôndolas que existem no local e pela coleta, que é feita diariamente. “Além disso, já colocamos cinco lixeiras das 42 que ainda serão instaladas em toda a área”, destaca.

Jaime diz que já solicitou junto a Seintrha a limpeza total do área, porém até agora não obteve resposta. Jaime diz que já solicitou junto a Seintrha a limpeza total do área, porém até agora não obteve resposta.

A orientação, segundo o presidente, é para que o lixo seja jogado nos tambores. Mas, nem sempre a regra é cumprida a risca. Na entrada do local, uma faixa grande diz: ‘Todos juntos contra a dengue’. “As campanhas são constantes, porém no total são pelo menos 3 mil pessoas que entram e saem daqui toda hora”, afirma.

Outro produtor reclama da quantidade de lixo espalhados para todo lado. “Em praticamente todos os pavilhões tem sujeira. A culpa não é só da administração, mas de todos que frenquentam e trabalhadores no local”.

Basta dar uma volta no entreposto para ver a quantidade de produtos orgânicos estragados, chorume escorrendo dos conteineres e muita mosca. “Aqui tem desde caixas espalhadas até pneu com água parada”, destaca outro funcionário.

Segundo Jaime, ontem a tarde uma equipe com 12 funcionários do Ceasa começaram a limpeza no local. “Já fizemos um oficio para a Seintrha solicitando uma limpeza geral em toda a área a cada dois meses e para a Secretária de Saúde solicitando do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) e da Vigilância Sanitária a dedetização e a desratização a cada 4 meses.

Resposta - Procurada, a Prefeitura de Campo Grande informou que, neste momento, está focada nas ações emergenciais de combate à dengue com a limpeza de logradouros municipais e de áreas públicas como praças, parques e áreas verdes.

Conforme a prefeitura, neste caso, "recai à própria Central de Abastecimento de Mato Grosso do Sul - Ceasa-MS a manutenção e limpeza do local por ser o gerador dos resíduos".

Sujeira espalhada para todo lado, principalmente próximo ao muro. Sujeira espalhada para todo lado, principalmente próximo ao muro.
Conteineres não são suficientes para o lixo produzido, como mostra a foto com amontado ao fundo. Conteineres não são suficientes para o lixo produzido, como mostra a foto com amontado ao fundo.


É visível a má conservação ao redor do local que envolve a área do ceasa, o matagal é visível, entulhos ao redor, e o mal cheiro que exala diariamente é insuportável...
 
Ilson Ferreira em 28/02/2013 23:38:32
Eu trabalho na CEASA e sempre foi assim, as garrafas pet são jogadas no chão por quem trabalha no local, o resto de frutas e verduras sempre foi jogado pelo chão ou em latões, mas não há quantidade de latões de lixo sufuciente para a demanda de resíduos que a Ceasa gera e já que é cobrada uma taxa pra limpeza, a mesma tem que ser feita diariamente, principalmente com o fluxo de pessoas que lá frequentam.
 
Katyuce Chermouth em 28/02/2013 18:49:24
Passo todo dia de onibus em frente ao CEASA e realmente o cheiro está insuportável para quem passa por fora. Não sabia que o motivo erra esse.
 
Rodrigo Sotto Maior em 28/02/2013 11:45:53
Já esta na hora do Ceasa ter um aterro próprio,onde possa ser feito o descarte desses produtos orgânicos fazendo a COMPOSTAGEM e com isso aproveitar a terra adubada para que se faça uso nas repartições publica e escolas para uso na jardinagem ou hortas comunitárias,isso não é loucura é SUSTENTABILIDADE. Pode ser feito ser feito parcerias com as Universidades de como aproveitar esse material. CHEGA DE DESPERDÍCIO.
 
luiz carlos santos messias em 28/02/2013 09:28:00
E O BERNAL??? KKK ONDE ESTE CARA QUE SÓ RECLAMA DO GOVERNO ANTERIOR?
 
ely monteiro em 28/02/2013 09:06:20
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