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Campo Grande, Sábado, 19 de Outubro de 2019

25/04/2016 11:05

Chefe na Agetran é preso em flagrante ao dirigir embriagado na contramão

Guilherme Henri
Alexandre Bernardes Sanches estava em uma Montana na rua Padre João Crippa, no Centro (Foto: Reprodução / Facebook)Alexandre Bernardes Sanches estava em uma Montana na rua Padre João Crippa, no Centro (Foto: Reprodução / Facebook)

Chefe do Núcleo de Controle de Frota da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Alexandre Bernardes Sanches, 38 anos, foi preso em flagrante quando dirigia seu veículo embriagado na contramão da rua Padre João Crippa esquina com a Barão do Rio Branco, no Centro de Campo Grande. O caso foi registrado na madrugada de domingo (24), por volta da 1h.

De acordo com informações do boletim de ocorrência fornecidas pela assessoria de comunicação da Polícia Civil, policiais militares faziam patrulhamento na região quando viram o veículo, uma Montana, de cor branca, na contramão.

Em abordagem, os policiais verificaram que Alexandre estava em visível estado de embriaguez e realizaram o teste do bafômetro, confirmando que o chefe da Agetran estava com 1,18 miligramas de álcool por litro de ar. O permitido é de 0,05 mg/l.

Foi dada voz de prisão e o chefe da Agetran foi levado para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do centro.

O Campo Grande News entrou em contato com o diretor da Agetran, Elidio Pinheiro Filho, que não quis se pronunciar sobre o assunto. Ele encaminhou o caso para a assessoria de comunicação da Prefeitura.

 



Sobre o direito de imagem, a Constituição prevê que é crime e o código civil afirma que cabe indenização a exposição indevida, ou seja, sem autorização da pessoa. Para isto não necessita a imagem violar a intimidade ou honra da pessoa, bastando que seja publicada sem autorização. Ademais, a indenização que comumente varia entre R$ 5.000,00 e R$ 30.000,00 (isto não é a regra) não depende como afirma a Súmula do STJ, em averiguar se houve ou não danos ou prejuízos materiais ou imateriais à vítima. Enfim, a própria exposição da imagem gera o direito a indenização. A indenização seria o único meio, pois depois de publicada não caberia outra medida, pois a imagem depois de publicada permanece por muito tempo na mente da pessoa.

 
Adriana Veruska João Herrera em 25/04/2016 15:19:51
TÁ NA LISTA?

E aí, esse senhor vai ser EXONERADO DO CARGO, logo agora que ele DESRESPEITOU A INSTITUIÇÃO A QUAL ELE REPRESENTA?

 
BemFeito em 25/04/2016 12:18:40
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