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Capital

Com recurso de R$ 1,6 mi, bairros Anache e Columbia receberão 7,4 km de asfalto

Por Fabiano Arruda | 01/03/2012 10:40
Verba faz parte de convênio, assinado em 2008, para contenção de erosão no Córrego Botas. Entre as obras, foram construídas duas bacias de reservação na região. (Foto: Divulgação)
Verba faz parte de convênio, assinado em 2008, para contenção de erosão no Córrego Botas. Entre as obras, foram construídas duas bacias de reservação na região. (Foto: Divulgação)

Oito ruas do bairro Jardim Anache vão receber asfalto com a liberação de R$ 1,6 milhão pela Secretaria Nacional de Defesa Civil. Os recursos, repassados ontem, são provenientes de convênio com a pasta em 2008.

Segundo informações da Prefeitura, o asfalto está previsto para as ruas Elias Chacha, Manche Catan Davi, Sebastião Gomes Monteiro, Jacob Georges, Farid Georges, Pixuana, Tapuá e o recapeamento da Rua Lino Villacha, acesso ao Hospital São Julião.

Em março de 2008, as chuvas abriram uma cratera na Rua Lino Villacha, o que colocou em risco o muro da Escola Municipal Nazira Anache.

À época, em julho de 2008, o convênio com a Secretaria Nacional de Defesa Civil havia liberado R$ 7 milhões, verba destinada para as obras de controle da erosão no Córrego Botas, o que incluiu drenagem e pavimentação de 75 mil metros quadrados de pavimentação nos bairros Jardim Columbia e Anache.

Ainda conforme informações da Prefeitura, com o recurso liberado anteriormente, foram executadas obras para controle da erosão no Córrego Botas e 25 mil metros quadrados de pavimentação das avenidas Carumã e Uraçá e a Rua Urariocara.

Entre as obras para conter a erosão no córrego, foram construídas duas bacias de reservação, que têm capacidade para receber 25 mil metros cúbicos de enxurradas que descem dos bairros Nova Lima e Jardim Anache.

As bacias diminuem o volume e a velocidade de água que chega até o leito do córrego. Além disto, conforme a Prefeitura, foram construídas 21 barragens de contenção e armazenamento da água ao longo do córrego, duas barragens de sedimentação, feitas de mantas geotécnicas, bem como seis câmaras de amortecimento de gabião e pedra.

"A bacia funciona como um coador: vai reter a areia e a água vai passar com menor velocidade. Já as células de amortecimento serão feitas de gabião e pedra, ao longo do córrego", explica o secretário de Infraestrutura, Transporte e Habitação, João Antonio De Marco.

A Prefeitura considera que esta é a segunda grande obra para contenção de erosão no município. A primeira ocorreu na avenida Cônsul Assaf Trad, próximo ao anel viário na saída para Cuiabá, que também registrou prejuízos pelo temporal de março de 2008.

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