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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

18/05/2016 15:56

Com R$ 53 milhões parados, taxa de iluminação pode ser suspensa

João Humberto
Proposta é do vereador Edil Albuquerque e será lida em plenário nesta quinta-feira durante sessão na Câmara (Foto: Arquivo)Proposta é do vereador Edil Albuquerque e será lida em plenário nesta quinta-feira durante sessão na Câmara (Foto: Arquivo)

O vereador Edil Albuquerque (PTB) lerá para o conhecimento do plenário, durante a sessão de quinta-feira (19), projeto de lei complementar que suspende a cobrança da Cosip (Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública) em Campo Grande. Ele explica que o saldo financeiro da contribuição atualmente é de R$ 53 milhões, suficiente para atender os serviços no período de 35 meses.

Conforme a proposta, a suspensão da cobrança vai durar 180 dias a partir da lei complementar. Enquanto isso, o saldo existente referente à arrecadação da Cosip será utilizado para iluminação das vias, logradouros, praças e outras áreas públicas situadas na zona urbana e de expansão urbana de Campo Grande, como determina Lei Complementar Municipal 58, de 30 de setembro de 2003, que trata sobre a contribuição.

Ainda segundo o projeto do vereador Edil, a Energisa terá que suspender o lançamento da cobrança da taxa de energia nas faturas dos consumidores. “Com o saldo que a prefeitura tem em conta, referente à Cosip, gastaria R$ 1,5 milhão por mês para garantir a manutenção dos serviços de iluminação pública. Por que o prefeito Alcides Bernal está arrecadando se não tem projeto?”, questiona o parlamentar.

Edil Albuquerque ressalta que é injusto continuar onerando os contribuintes num momento de crise, que reflete o retorno da inflação e desemprego. “A prefeitura não tem enviado a planilha e como tem saldo na conta, não vejo o porquê da continuidade da cobrança”, decreta.

A suspensão da cobrança da taxa de iluminação pública, na opinião de Edil, dará oportunidade para o prefeito realizar projetos na área. “Suponhamos que num ano se usa só uma lâmpada no poste. Não tem necessidade da cobrança, a não ser que haja expansão dos serviços”, completa o petebista.

“A prefeitura está sem planejamento, faltam eficiência e conhecimento técnico por parte da Secretaria de Infraestrutura. Espero que no período de 180 dias o prefeito faça planejamento e mande planilha com as alíquotas reduzidas para diminuir os custos da taxa para o consumidor”, arremata.

A assessoria de imprensa da prefeitura foi contatada para se manifestar a respeito do projeto do vereador Edil Albuquerque, mas até o fechamento do texto não entrou em contato com a redação.

Taxa – A contribuição para o custeio da iluminação pública é paga pelos consumidores, residenciais e não residenciais e proprietários de imóveis baldios. Estão isentos aqueles que não recebem os serviços.



Ano eleitoral tem de tudo até falar em corta taxa de imposto, só espero que posamos ficar esse 35 meses sem essa taxa. O nobre Edil poderia rever a situação desta fabrica de dinheiro chamada Águas de Guariroba por que cobrar 70% de taxa de esgoto é um absurdo roubo mesmo. Ex: em uma conta de 100,00 reais, 30,00 reais e o valor de consumo de água, 70,00 reais é taxa de esgoto. É um verdadeiro assalto com autorização da câmara de vereadores!.
 
Beto em 19/05/2016 09:11:34
QUE O CAMPO GRANDE NEWS ACOMPANHE ESSA MATÉRIA POIS É DINHEIRO DEMAIS PARA USO NENHUM, POIS NEM BALANCETE SE TEM DO QUE SE GASTA E COMO SE GASTA,IMAGINE SE PAGÁSSEMOS O MINIMO DE DEZ REAIS POR RESIDENCIA, UM POSTE DE ENERGIA ILUMINA SEIS CASAS, SENDO TRêS DE CADA LADO DA RUA, JÁ SÃO SESSENTA REAIS POR POSTE COMO FICA EM CAMPO GRANDE TODA O VALOR DESSA ARRECADAÇÃO. E NÃO REPASSAM NADA PARA SAÚDE O QUE SERIA O MENOS PREJUDICIAL PARA UM DINHEIRO PARADO. PURO ROUBO MESMO NO NOSSO BOLSO.
 
Luiz Carlos Santos Messias em 18/05/2016 19:04:57
espero que isso não fique so na conversa,pq o povo so paga imposto e não tem benfeitoria nenhuma,....
 
Waldecy Dos Santos Silva em 18/05/2016 18:14:06
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