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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

23/07/2012 10:12

Conselho vai decidir em setembro sobre "privatização" do HU

Aline dos Santos

Adesão à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares ainda será votada

Reunião do Conselho Diretivo foi realizada na última sexta-feira.  Reunião do Conselho Diretivo foi realizada na última sexta-feira.

A “privatização” do HU (Hospital Universitário) de Campo Grande vai entrar em pauta na próxima reunião do Conselho Universitário da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), agendada para setembro.

Na última sexta-feira, o Conselho Diretivo do hospital emitiu um parecer favorável à adesão do HU à EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares). “A questão foi pouco discutida. E o conselho aprovou uma moção de apoio”, afirma o acadêmico Renan Ferreira de Araújo, representante do DCE (Diretório Central Estudantil).

De acordo com Renan, serão levados ao Conselho Universitário questionamentos como o fato de os contratados pela EBSERH serem pelo regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), ou seja, não terão os direitos dos servidores públicos. Além da redução da autonomia da UFMS, que pode interferir na função do HU como hospital-escola.

Conforme o diretor do Hospital Universitário, José Carlos Dorsa Vieira, a decisão de sexta-feira foi apenas opinativa, pois cabe ao Conselho Universitário a decisão de fato.

Em maio deste ano, o governo federal criou a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, cujo objetivo é gerenciar recursos humanos. A maioria dos hospitais universitários trabalha com déficit de funcionários.

Segundo Dorsa, faltam 1.080 profissionais para a unidade de saúde trabalhar com o ideal. O hospital tem 887 servidores. Conforme o diretor, faltam 348 técnicos de enfermagem, 263 médicos, 120 enfermeiros e ainda pessoal da área administrativa.

Para o hospital não parar, a administração do HU implantou o sistema de plantões. Somente com profissionais de nível técnico de enfermagem são 1.800 horas de plantão por mês, um gasto médio de R$ 700 mil.

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Isso vai acabar com o excesso de plantões de grupos de funcionários que mesmo tendo n~ivel médio ganham mais de 10mil reais e ficam de plantão em plantão sem sequer ter condições físicas de trabalhar direito. A estabilidade de emprego é um câncer no serviço público.
 
Alicia Rogerim em 23/07/2012 05:44:00
Concordo Plenamente com vc Marcelo..... Concursados Já! FOra Privatização!
 
Aline Gois de Souza em 23/07/2012 05:08:25
SUGESTÃO: Primeiro tem que chamar todos os aprovados do ultimo concurso feito recentemente, pois só chamaram 5 pessoas, e agora ja quer fazer contratação via CLT, milhares de Técnicos, Enfermeiros e Médicos pagaram para fazer esse concurso.
Após chamar esses aprovados que deram tempo de suas vidas para cursos e aperfeiçoamentos na área, aí sim fazem o CLT.
 
Marcelo Mansilha em 23/07/2012 02:48:00
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