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Capital

Corretora é morta na Capital e Jeep da vítima some

Polícia apurou que vítima lutou com agressor, foi morta e arrastada para matagal; corpo foi encontrado ontem

Por Dayene Paz e Antonio Bispo | 22/05/2024 10:43
Amalha Mariano, em foto publicada no Facebook. (Foto: Redes sociais)
Amalha Mariano, em foto publicada no Facebook. (Foto: Redes sociais)

A mulher encontrada morta nesta terça-feira (21) e com sinais de violência no corpo, na região do porto seco, Bairro Jardim Los Angeles, em Campo Grande, foi identificada como Amalha Cristina Mariano Garcia. Ela era corretora de imóveis e tinha 43 anos. O carro e o celular da vítima não foram encontrados até o momento.

Ao Campo Grande News, um primo de Amalha contou que a última mensagem que ela enviou foi às 12 horas de segunda-feira. "Mandou mensagem para uma familiar nossa dizendo que estava com febre e dor de cabeça". O primo, assim como outros familiares, estranharam o sumiço das redes. "Mas pensamos que ela tinha tomado um remédio e desligado o celular para descansar", conta.

Após algumas horas sem notícias, os familiares passaram a publicar a foto da vítima nas redes sociais. "Estranhamos, porque não é do comportamento dela, é super sociável, sempre em contato com a gente", descreve o primo.

Amalha foi achada morta no matagal, porém o veículo dela, um Jeep Renegade branco, e o celular sumiram. "Não conhecemos desavenças dela desse nível, de alguém querer machucá-la. Ela teve os relacionamentos, mas todos bem resolvidos", comenta o primo.

Delegada e peritos no local onde cadáver foi encontrado. (Foto: Kamila Alcântara)
Delegada e peritos no local onde cadáver foi encontrado. (Foto: Kamila Alcântara)

De acordo com a delegada Riccelly Donha, que foi ao local onde o corpo foi achado, foram encontrados alguns pertences pessoais e marcas que indicam uma possível luta dela com o agressor antes de ser morta. “O corpo não estava rígido, o que indica que a morte foi  pouco antes do cadáver se encontrado”, pontuou a delegada da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher).

A responsável pela investigação disse ainda que pela forma que alguns objetos foram encontrados, após possível luta corporal entre vítima e agressor, Amalha foi arrastada para dentro do matagal. “A sandália dela estava arrebentada no asfalto, assim como uma corrente. Havia marcas de sangue no meio-fio. Ela estava com ferimentos que indicam que a cabeça dela bateu no meio-fio. A blusa dela está suja de sangue”, disse a Riccelly.

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