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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

16/04/2013 14:49

Coruja tem casa de alvenaria em rotatória de bairro de área nobre

Luciana Brazil
Coruja tem casa para morar na Capital (Foto: Marcos Ermínio)Coruja tem casa para morar na Capital (Foto: Marcos Ermínio)
Ave sabe o caminho de casa (Foto: Marcos Ermínio)Ave sabe o caminho de casa (Foto: Marcos Ermínio)
Entra para se proteger do sol (Foto: Marcos Ermínio)Entra para se proteger do sol (Foto: Marcos Ermínio)

Para quem nunca viu, a curiosidade é certa. A pequena casinha de alvenaria, construída em locais inusitados, chama a atenção e desperta a curiosidade. A primeira dúvida, talvez, seja o motivo da construção. Por que uma casa tão pequena teria teto e “porta”?

A casinha é usada, oficialmente, como abrigo de corujas. Se porventura outros bichos aproveitam a moradia, fica difícil ter certeza. Em uma rotatória do bairro Carandá Bosque II, em Campo Grande, lá estava ela. A coruja e a casinha.

Hoje pela manhã, a coruja saiu da casinha para “espiar” o movimento no bairro. Como se fosse a dona da casa, ela entrava e saia sem cerimônia. Ao sentir-se ameaçada, escondeu-se e dali não arriscou sair.

Biólogos explicam que algumas espécies costumam construir o ninho no solo, como a coruja-burqueira. Outras escolhem as árvores como abrigo. Ainda existem as que se escondem em cemitérios ou casas abandonadas.

Para a bióloga Silvia Gervásio, a casinha de alvenaria, construída na rotatória do Carandá, pode ser fruto de objetos próprios de jardinagem, instalados por quem gosta de animais. “Alguém pode ter colocado a casinha, inspirado nos ninhos artificiais”.

Sem saber que construiu, só nos resta a curiosidade.

Segundo a superstição popular, a coruja é símbolo de sabedoria, conhecimento e mistério. Com hábitos notívagos e voo silencioso, ela tem visão apurada e enxerga com facilidade na escuridão.

Ela se alimenta de pequenos mamíferos, como roedores e morcegos, além de insetos e aranhas. A particularidade deste animal é conseguir girar o pescoço até o ângulo de 270°.

O bicho é símbolo dos cursos de Filosofia, Letras e Pedagogia. Além disso é tida como mascote dos escoteiros.

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A origem da ideia já não é mais o foco.
A presrvação e multiplicação das casinhas são itens a serem mantidos.
Parabéns a quem iniciou e a quem conserva...as corujinhas agradecem.
 
Arlete Cardoso em 16/04/2013 18:38:21
Essa casinha foi feita com materias da construção de nossa residencia que fica em frente. Na época da construção os pedreiros ficavam observando o casal e seus filhos e usaram telha e tijolos para fazer uma casinha pra eles. Isso já faz 3 anos. Hoje vejo somente uma coruja de vizinho não seu se ficou viuvo (a) pois como pesquisamos na internet, as corujas são monogâmicas. O que me incomoda as vezes é a ação de alguns vandalos que ja estragaram a casinha 02 vezes, um vizinho novo trocou a cumeeira e sempre q estamos em casa cuidamos o cantinho da vizinha, afinal ela se mudou antes de nós. É uma visão muito boa chegar em casa e sempre ver o bichinho no seu canto acolhedor msm q artificial.
 
Elizangela Franco em 16/04/2013 16:55:35
Eram duas corujinhas. Não sei quando a outra desapareceu. Agora ficou essa, sozinha. É bonito ver, em dias de chuva, ela em cima da casinha, de asas abertas...
 
Karina da Silva em 16/04/2013 16:35:16
Pela informacão que obtive de um residente na Rua Alamanda, as casinhas foram construídas quando da construcão da praca, para não afugentar os corujas de seu habitat
 
MILTON O SILVEIRA em 16/04/2013 15:47:37
são várias casinhas como essa no carandá bosque !!! elas estão pelo bairro ... mas quem construiu é mesmo um mistério ... e elas são iguais e existem em pelo menos 3 locais do bairro !
 
denise dal farra em 16/04/2013 15:21:12
eu ao trabalhar na preparaçao deste terreno p construir a praça preservei a morada das corujas e solicitei ao encarregado a cnstruçao da casinha sou operador de maquina na prefeitura
 
pedro paulo da silva em 16/04/2013 15:07:50
Parabéns pela matéria!!!!
 
Rodrigo Oliveira em 16/04/2013 15:01:00
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