Criança de 5 anos relata abuso em escola municipal e polícia investiga caso
Menino autista de nível 1 conta que professor passou a mão em suas partes íntimas

Mãe de um menino de 5 anos procurou a Polícia Civil após a criança relatar ter sido vítima de abuso sexual dentro de uma escola municipal, em Campo Grande. O caso foi registrado na DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente) na manhã do dia 20 de março.
RESUMO
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Uma mãe de Campo Grande registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil após seu filho de 5 anos relatar ter sido vítima de abuso sexual por um professor de educação física na escola municipal. O caso ocorreu no dia 19 de março e foi denunciado à fonoaudióloga que acompanha a criança. A mãe, que não sabe onde o abuso ocorreu, informou que a escola não possui câmeras de segurança. A criança foi encaminhada para atendimento psicossocial e exame de corpo de delito. O caso, classificado como estupro de vulnerável, está sob investigação da Polícia Civil, enquanto a mãe expressa preocupação com a continuidade das aulas do professor.
De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe da criança procurou a delegacia após ser informada de que o filho teria sido vítima de abuso cometido por um professor de educação física da unidade escolar, localizada no Bairro Jardim Canguru.
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O caso teria acontecido no dia 19 de março, durante o período escolar. A criança contou que o professor teria passado a mão em suas partes íntimas por dentro da roupa.
A denúncia chegou até a família após a situação ser relatada à fonoaudióloga que acompanha o menino. Segundo o registro, a profissional conversou com a criança, que confirmou os abusos.
Ainda conforme a ocorrência, a mãe afirma não saber exatamente onde dentro da escola o fato aconteceu e informou que a unidade não possui câmeras de segurança que possam ter registrado o ocorrido.
A vítima foi encaminhada para atendimento psicossocial e também deverá passar por exame de corpo de delito no Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal ), a fim de confirmar a materialidade do crime.
O caso foi registrado como estupro de vulnerável e o suspeito ainda não foi formalmente identificado. A Polícia Civil investiga a denúncia.
Ao Campo Grande News, a mãe do menino relatou estar desesperada já que a diretora da escola está de atestado médico e o professor segue dando aula.
“Meu filho é autista nível 1 de suporte, mas não fala direito. O professor segue dando aula. Ele falou pra não contar para ninguém. Estou muito abalada, não quero mais levar ele para a escola”, afirmou a jovem de 25 anos.
A reportagem procurou a Prefeitura de Campo Grande e aguarda o retorno.
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Esse caso foi sugerido por leitor que enviou mensagem pelo canal Direto das Ruas.

